A Câmara dos Deputados acelerou a tramitação do PL nº 2.628, que visa proteger crianças e adolescentes no ambiente digital, após denúncias de adultização infantil por um youtuber. O projeto, apoiado por diversas organizações, enfrenta críticas de parlamentares que temem censura.

A Câmara dos Deputados acelerou a tramitação do Projeto de Lei nº 2.628, que estabelece regras para a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. O projeto, de autoria do senador Alessandro Vieira, foi aprovado por unanimidade no Senado em 2024 e conta com o apoio de diversas organizações da sociedade civil. No entanto, enfrenta críticas de parlamentares da oposição, que argumentam que a proposta pode levar à censura.
A urgência em discutir o projeto aumentou após a divulgação de um vídeo do youtuber Felca, que expôs casos de adultização infantil nas redes sociais. O vídeo, que já acumula mais de 46 milhões de visualizações, gerou uma onda de indignação e levou à prisão de um influenciador acusado de explorar crianças em conteúdos sexualizados. Essa repercussão fez com que o tema da exploração virtual de menores se tornasse prioridade no Congresso.
O PL 2.628 propõe que plataformas digitais adotem medidas para prevenir o acesso de crianças e adolescentes a conteúdos impróprios. Entre as exigências estão a supervisão parental e mecanismos confiáveis para verificar a idade dos usuários. O senador Alessandro Vieira destacou que as redes sociais atualmente têm pouca responsabilidade em relação à proteção dos jovens, o que torna a proposta essencial.
Dados alarmantes sobre a violência sexual online contra crianças e adolescentes no Brasil foram apresentados. Uma pesquisa da organização ChildFund revelou que mais da metade dos adolescentes entrevistados já sofreu algum tipo de violência sexual na internet. Essa realidade, muitas vezes invisibilizada, agora ganha visibilidade, e o vídeo de Felca é visto como um ponto de virada na discussão sobre o tema.
Apesar da pressão por mudanças, o projeto enfrenta resistência de grupos que representam grandes empresas de tecnologia. Críticos afirmam que o PL pode infringir liberdades civis e que a regulamentação deve ser feita com cautela. A discussão sobre o projeto reflete um momento crítico em que a sociedade precisa se unir para proteger as crianças e adolescentes dos riscos do ambiente digital.
Com a crescente conscientização sobre a exploração sexual infantil online, é fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que visem a proteção dos jovens. Projetos que promovem a segurança digital e a educação sobre os riscos da internet podem fazer a diferença na vida de muitas crianças e adolescentes. A união em torno dessas causas é essencial para garantir um futuro mais seguro para todos.

Ana Aurora Borges, filha do fotojornalista Antonio Gaudério, luta para preservar o legado do pai após um acidente que resultou em perda de memória e sequelas. Ela revisita seu acervo e compartilha sua importância.
Equipes da Secretaria de Saúde do Distrito Federal realizam visitas domiciliares para manutenção de estações de larvicida, resultando em diminuição de mosquitos e maior aceitação da comunidade. A ação, que ocorre mensalmente desde outubro de 2024, tem mostrado resultados positivos no combate à dengue.

Mais da metade das crianças vacinadas contra a dengue não retornou para a segunda dose, mesmo com a epidemia em alta. O Ministério da Saúde alerta para a urgência de campanhas de vacinação.

A desigualdade social em São Paulo se evidencia na diferença da idade média ao morrer entre distritos, variando de 58 a 82 anos. O estudo da Rede Nossa São Paulo revela que, apesar de investimentos em saúde, a desigualdade persiste.

Ana Maria Gonçalves, autora de "Um Defeito de Cor", é a primeira mulher negra a ingressar na Academia Brasileira de Letras em 127 anos e busca aumentar a representatividade. Ela participará de um debate no Itaú Cultural sobre "Estudos Africanos de Gênero".

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) revisou o Plano de Desenvolvimento e Integração da Faixa de Fronteira (PDIFF) em Rondônia, promovendo oficinas para ouvir comunidades locais e alinhar propostas sustentáveis. As atividades visam atender as demandas específicas das regiões de fronteira, com foco em integração, inclusão produtiva e cooperação internacional.