Psicóloga Juliane Cucci de Carvalho, de Araraquara (SP), superou desafios para ser mãe, incluindo tratamentos de fertilização e separação, até adotar Bernardo, que trouxe amor e união à sua família. Ela enfrenta o racismo, mas está preparada para os desafios da maternidade.

Juliane Cucci de Carvalho, psicóloga de Araraquara (SP), sempre sonhou em ser mãe. Após enfrentar tratamentos de fertilização, duas gestações frustradas e uma separação, ela recebeu uma notícia transformadora em 2 de maio de 2018: seu filho adotivo, Bernardo, havia chegado. Essa conquista trouxe um novo significado à sua vida, superando desafios emocionais e financeiros ao longo do caminho.
Juliane, que já havia passado por processos dolorosos, como a perda de gêmeos em uma das gestações, não se deixou abater. Ao se preparar para uma nova fertilização, seu ex-marido decidiu que não queria mais ser pai, levando ao fim do casamento. Com coragem, ela optou pela adoção, enfrentando sozinha a jornada de se tornar mãe.
Após um relacionamento que resultou em mais uma gestação não planejada e outra perda, Juliane sentiu que Deus a preparava para Bernardo. Quando a ligação que mudaria sua vida chegou, ela sabia que aquele menino seria seu filho. A adoção foi um momento de grande emoção, e sua família a apoiou integralmente, acolhendo Bernardo com amor e dedicação.
Hoje, Bernardo, que tem sete anos, é uma fonte de alegria e energia na casa. Juliane compartilha que ele adora brincar de cozinheiro e se diverte com dinossauros e Lego. A família, que inclui o novo companheiro de Juliane e seu filho de dezenove anos, se uniu em torno do bem-estar e da educação de Bernardo, criando um ambiente de amor e união.
Entretanto, Juliane também enfrenta desafios, como o racismo, devido à diferença de cor entre ela e seu filho. Ela está ciente das batalhas que podem surgir, mas se sente preparada para lidar com essas questões. Para ela, ser mãe é um sonho realizado, e ela incentiva outras pessoas a adotarem, ressaltando que o amor é o que realmente importa na relação entre pais e filhos.
A história de Juliane e Bernardo é um exemplo de superação e amor incondicional. Projetos que promovem a adoção e o acolhimento de crianças merecem apoio e incentivo da sociedade. A união em torno de causas como essa pode transformar vidas e criar laços familiares significativos, mostrando que o amor pode surgir de diversas formas.

Evento gratuito na Praça dos Três Poderes celebra o Dia Mundial da Diversidade com shows de artistas renomados e palestras sobre cultura e economia criativa. A iniciativa visa promover diálogo intercultural e fortalecer a democracia.

O Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, celebrado em 25 de julho, destaca a luta histórica por direitos e reconhecimento, enquanto o feminicídio no Brasil atinge recordes alarmantes, com 63,6% das vítimas sendo mulheres negras. A 2ª Marcha Nacional das Mulheres Negras, marcada para 25 de novembro, clama por "Reparação e Bem Viver", evidenciando a urgência de um diálogo político que enfrente o racismo e o patriarcado.

O Rio de Janeiro sediará a 5ª Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres de 22 a 24 de agosto, reunindo 462 delegadas para discutir propostas de igualdade e justiça social. O evento contará com a presença da ministra das Mulheres, Márcia Lopes, e encerrará com a escritora Conceição Evaristo.
Estudo do Instituto Esfera revela que a antecipação do fim da exclusividade de patentes reduziu em média 20% os preços de medicamentos oncológicos, destacando a importância da concorrência para a saúde pública. O Fórum Saúde 2025, realizado em Brasília, contou com a presença de representantes dos Três Poderes, que discutiram a necessidade de regulação inteligente e alinhamento com o interesse público na relação com a indústria farmacêutica.

Síndicos de condomínios no Rio de Janeiro agora são obrigados a denunciar casos de violência e maus-tratos, conforme a Lei nº 8.913. A norma visa proteger vítimas e responsabilizar agressores, com penalidades para descumprimento.

Custo da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no Brasil varia de R$ 1.950,40 a R$ 4.951,35, com 32% da população sem habilitação devido ao preço elevado, impactando a inclusão social e segurança viária.