Junho Vermelho destaca a importância da doação de sangue, com o Dr. Leandro Dalmazzo explicando o processo desde a coleta até a transfusão, enfatizando a segurança e a logística envolvidas. Cada doação pode salvar várias vidas.

Junho Vermelho é um mês dedicado à conscientização sobre a doação de sangue, destacando a importância desse ato para salvar vidas. O Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado em 14 de junho, homenageia aqueles que doam e busca aumentar a conscientização sobre a relevância dessa prática. Em entrevista à Catraca Livre, Leandro Felipe Figueiredo Dalmazzo, vice-presidente e médico do Grupo GSH, explicou as etapas do processo que o sangue doado percorre até chegar a quem precisa.
A primeira etapa é a coleta do sangue, que deve ser realizada por pessoas entre 16 e 69 anos, com peso superior a 50 quilos e em boas condições de saúde. No dia da doação, é essencial que o doador esteja descansado, alimentado e apresente um documento oficial com foto. Impedimentos temporários incluem gripes, febre e cirurgias recentes. A campanha Junho Vermelho visa mobilizar a população para que doe sangue, especialmente em meses de frio, quando os estoques costumam diminuir.
Após a coleta, o sangue é transportado para o laboratório de fracionamento, onde passa por rigorosos testes para garantir sua segurança. Os exames detectam doenças transmissíveis, como HIV e hepatites, além de realizar tipagens sanguíneas. Infelizmente, nem todo sangue coletado é utilizado; alguns podem ser descartados devido a resultados positivos em testes ou por vencimento do prazo de validade.
Na terceira etapa, o sangue é separado em componentes como hemácias, plaquetas e plasma. Essa separação permite que cada parte seja utilizada conforme a necessidade dos pacientes, otimizando o uso de uma única doação. De acordo com o Ministério da Saúde, uma bolsa de sangue pode beneficiar até quatro pessoas. O tempo médio para que o sangue esteja pronto para uso é de 24 horas, podendo ser agilizado em situações de emergência.
A transfusão é a última etapa, onde o sangue é testado para compatibilidade com o receptor. Esse processo envolve a identificação do tipo sanguíneo e do fator Rh, além de testes detalhados para garantir a segurança. Todo o procedimento é monitorado por sistemas informatizados e profissionais qualificados, que garantem a rastreabilidade e a segurança do sangue doado.
Por trás de cada transfusão, existe uma complexa rede de profissionais e protocolos de segurança. Leandro Dalmazzo enfatiza a importância do acompanhamento em todas as fases do processo, desde a coleta até a transfusão. Neste Junho Vermelho, é fundamental valorizar o caminho que o sangue percorre até salvar vidas. A união da sociedade pode fazer a diferença, ajudando a garantir que mais pessoas tenham acesso a esse recurso vital.

A Câmara dos Deputados aprovou projeto que criminaliza a aproximação do agressor à vítima sob medida protetiva, mesmo com consentimento. A proposta visa fortalecer a proteção às mulheres e já segue para o Senado.

Transporte público no Rio de Janeiro é criticado por falta de acessibilidade para idosos, conforme destaca o gerontólogo Alexandre Kalache. Recentemente, 1.542 cidades em 51 países, incluindo 34 no Brasil, foram reconhecidas como "amigas do idoso" pela OMS.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou uma lei que destina parte das multas de trânsito para a formação de motoristas de baixa renda, mas vetou a exigência de exame toxicológico para todos os novos motoristas. A medida visa evitar o aumento de custos e a possibilidade de mais pessoas dirigirem sem habilitação. A nova legislação financiará a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para beneficiários do Cadastro Único (CadÚnico).

Foi lançada a primeira edição do Prêmio iCS de Economia & Clima, com inscrições até 8 de agosto, premiando três pesquisas sobre os impactos das mudanças climáticas na economia brasileira. O prêmio, promovido pelo Instituto Clima e Sociedade, busca estimular a produção de conhecimento científico e fortalecer a conexão entre ciência e políticas públicas. As melhores publicações receberão prêmios de R$ 20 mil, R$ 10 mil e R$ 5 mil, avaliadas por especialistas em critérios como relevância e qualidade metodológica.

Roberta Fernandes e Carina Ceroy lançam o FUTJur, uma edtech de direito desportivo, focada em cursos práticos e na liderança feminina, visando preparar profissionais para o mercado. A iniciativa surge da amizade e experiência delas no Fluminense, buscando suprir a demanda por profissionais qualificados na área.

O programa Piauí Saúde Digital, com teleconsultas e IA, reduziu em mais de 27% a mortalidade por infarto e AVC em um ano, melhorando o acesso à saúde no estado. A telemedicina se destaca como solução para desigualdade no atendimento médico.