O Índice de Progresso Social (IPS) de 2025 no Brasil é de 61,96, ligeiramente inferior ao de 2024. A dimensão "oportunidades" apresentou o pior desempenho, evidenciando desigualdades regionais.

O Índice de Progresso Social (IPS) do Brasil para 2025 foi divulgado, apresentando um valor de 61,96, ligeiramente inferior ao de 2024, que foi de 62,51. O IPS avalia a qualidade de vida em cinco mil quinhentos e setenta municípios brasileiros, utilizando cinquenta e sete indicadores sociais e ambientais organizados em três dimensões. No ranking por estados, o Distrito Federal, São Paulo e Santa Catarina se destacam com as melhores notas, enquanto Acre, Maranhão e Pará ocupam as últimas posições, evidenciando as desigualdades regionais.
A dimensão que obteve a melhor avaliação foi "necessidades humanas básicas", com uma pontuação de 74,79, seguida por "fundamentos do bem-estar", que alcançou 65,02. Por outro lado, a dimensão "oportunidades", que abrange inclusão social e acesso à educação superior, teve o pior desempenho, com apenas 46,07. Segundo os organizadores do índice, a segurança pública é o fator que mais impacta negativamente a média nacional.
Beto Veríssimo, um dos organizadores do IPS, destacou que a segurança pública não é medida por um único indicador, mas está distribuída em vários, como inclusão social e liberdades individuais. Ele ressaltou que o crime organizado tem se fortalecido, especialmente na Amazônia, o que contribui para a queda do índice. Apesar de avanços em áreas como acesso à energia elétrica e moradia, a segurança continua sendo um desafio significativo.
O IPS Brasil é resultado de uma parceria entre diversas instituições, incluindo o Imazon e a Fundação Avina. Os dados utilizados para compor o índice são provenientes de fontes confiáveis, como o DataSUS e o Cadastro Único (CadÚnico). A seleção dos indicadores foi baseada em critérios de relevância social e ambiental, refletindo a complexidade da qualidade de vida.
Este ano, cinco novos indicadores foram incorporados à avaliação: consumo de alimentos ultraprocessados, resposta ao benefício previdenciário, resposta a processos familiares, índice de vulnerabilidade das famílias e famílias em situação de rua. Cada indicador passa por um rigoroso processo de modelagem estatística, garantindo a precisão dos resultados.
Melissa Wilm, uma das coordenadoras do IPS Brasil, afirmou que o índice permite visualizar desigualdades que não são evidentes apenas por indicadores econômicos. Municípios com PIBs semelhantes podem ter desempenhos muito diferentes no IPS, o que reforça a necessidade de políticas públicas integradas voltadas ao bem-estar social. Em situações como essa, a união da sociedade pode fazer a diferença, promovendo ações que beneficiem os menos favorecidos e contribuindo para um futuro mais justo.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a lei 363/2025, tornando a Política Nacional Aldir Blanc permanente e ampliando repasses de R$ 15 bilhões para projetos culturais até 2029. A norma, aprovada pelo Senado, também estende os benefícios fiscais do Regime Especial de Tributação para Desenvolvimento da Atividade de Exibição Cinematográfica, permitindo a desoneração de tributos para modernização de cinemas, especialmente em cidades menores.

Caminhar mais de 7 mil passos diários reduz o risco de depressão em 31%, segundo estudo publicado no periódico Jama. Pesquisadores destacam a quantidade de passos como fator crucial para a saúde mental.

Juliana Verde, violinista de Manaus, compartilhou sua trajetória no Hran durante evento sobre fissura labiopalatina. A iniciativa destacou a importância do tratamento gratuito e acolhedor oferecido pelo hospital.

Curitiba, Campo Grande, Brasília, São Paulo e Belo Horizonte se destacam como as capitais com melhor qualidade de vida no Brasil, segundo o Índice de Progresso Social (IPS). O índice, que agora inclui cinco novos indicadores, revela desigualdades significativas entre municípios, enfatizando a importância de políticas públicas integradas.

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que visa proteger crianças e adolescentes nas redes sociais, em resposta a discussões sobre a exposição de menores. O texto estabelece responsabilidades para plataformas digitais e mecanismos de controle para pais.

Bárbara Hellen, atleta de karatê, busca apoio financeiro para competições internacionais. A atleta, que começou sua trajetória em um projeto social, já conquistou diversas medalhas e arrecadou R$ 25 mil em sua campanha no Vakinha. Em 2025, ela competirá em novos desafios em países como Chipre, China, Egito, México e Marrocos.