Começa neste sábado (5) a 55ª edição do Festival de Inverno de Campos do Jordão, com 75 concertos gratuitos e novidades como a Jornada Paulista de Dança e o Prêmio Anna Laura de Música Antiga. O evento reafirma a cultura viva e acessível no Estado de São Paulo.
Começa neste sábado, cinco de julho, e vai até três de agosto a 55ª edição do Festival de Inverno de Campos do Jordão, um dos maiores eventos de música clássica da América Latina. O festival contará com setenta e cinco concertos gratuitos, distribuídos em quatro palcos na cidade e outros quatro em São Paulo. A programação inclui a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), que abrirá o evento com a Sinfonia doméstica, de Strauss, além de apresentações da Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo e do Quarteto Ulysses, entre outros.
Entre as novidades desta edição, destaca-se a Jornada Paulista de Dança, que ocorrerá no palco da Estação Motiva Cultural, próximo à Sala São Paulo. As atividades de dança e artes do corpo são abertas ao público, proporcionando uma experiência cultural diversificada. Outra inovação é o Prêmio Anna Laura de Música Antiga, que visa reconhecer jovens músicos brasileiros dedicados ao repertório de música clássica. Os três primeiros colocados receberão prêmios que variam entre R$ 3 mil e R$ 10 mil.
A secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, Marilia Marton, afirmou que o festival é um símbolo da vitalidade cultural do estado. Ela destacou a importância do evento em reunir grandes artistas, promover novas gerações por meio de bolsas de estudo e garantir acesso gratuito à cultura. O festival também contará com um programa de bolsas para aulas de práticas orquestrais, música de câmara, música antiga e camerata, envolvendo cento e quarenta e um alunos e oitenta e dois professores.
No dia vinte e seis de julho, a Orquestra do Festival, composta pelos bolsistas, apresentará o Concerto para piano, de Ravel. Ao final do evento, será entregue o Prêmio Eleazar de Carvalho, que contemplará o bolsista com melhor desempenho com uma bolsa de US$ 1,4 mil mensais para estudar em uma instituição estrangeira de sua escolha. Essa tradição do festival reforça o compromisso com a formação de novos talentos na música clássica.
O Festival de Inverno de Campos do Jordão não é apenas uma celebração da música clássica, mas também uma oportunidade para a promoção de novos talentos e a democratização do acesso à cultura. A programação completa está disponível no site do festival, onde o público pode conferir todos os detalhes dos concertos e atividades.
Iniciativas como essa merecem apoio da sociedade civil, pois promovem a cultura e a educação musical. A união em torno de projetos culturais pode fazer a diferença na vida de jovens talentos e na formação de plateias mais diversas e engajadas.
Feirantes da Feira da Glória, recém-declarada patrimônio histórico, foram impedidos de trabalhar neste domingo, resultando em prejuízos e descontentamento. A Secretaria Municipal de Ordem Pública alegou irregularidades na instalação das barracas.
Após três anos de estudos na USP, os crânios de Maria Bonita e Lampião não tiveram DNA extraído, mas a família planeja um museu para preservar sua história e objetos pessoais. O acervo incluirá armas, joias e documentos.
A empresa X lançou uma linha de produtos sustentáveis e agora implementará um programa de reciclagem com organizações locais, oferecendo descontos aos consumidores que devolverem itens antigos. Essa iniciativa visa reduzir o impacto ambiental e promover a conscientização ecológica.
Cristina Atalla, ex-funcionária de banco, cofundou a Fatto Capital em 2019, gerindo R$ 1,8 bilhão. Sua trajetória de superação inspira muitos, mostrando que a determinação pode transformar vidas.
A peça "A Boca que Tudo Come Tem Fome (Do Cárcere às Ruas)" da Companhia de Teatro Heliópolis aborda a reinserção social de egressos, refletindo sobre a liberdade em um sistema que marginaliza. O espetáculo utiliza um espelho d'água como símbolo da luta e das dificuldades enfrentadas por aqueles que tentam reconstruir suas vidas após a prisão.
Jovens dominam a Bienal do Livro, com ingressos esgotados e forte presença no BookTok. Autores como Lynn Painter e Ariani Castelo se destacam, impulsionando vendas e engajamento literário.