Durante a 11ª edição do Power Trip Summit, promovido por Marie Claire, empresárias como Marina Sena e Flora Gil discutiram inovação e ética nos negócios, destacando o sucesso do festival AFROPUNK em Salvador. O evento, que reuniu líderes femininas, enfatizou a importância da diversidade e da colaboração no setor cultural.

No último domingo, dia 25, ocorreu a 11ª edição do Power Trip Summit, evento promovido pela revista Marie Claire, que reúne lideranças femininas do Brasil. Durante o encontro, quatro empresárias e produtoras musicais discutiram temas como inovação, diversidade e a importância do networking. Entre as participantes estavam Marina Sena, Flora Gil, Potyra Lavor e Eliane Dias, que compartilharam suas trajetórias e aprendizados no mercado.
Marina Sena, cofundadora da ZUCA, A Casa da Música Brasileira, destacou a relevância de sua experiência como artista independente. “Eu não tive nenhum padrinho, então tive que entender como o mercado funcionava e passar perrengue até conseguir chegar a uma equipe e falar: ‘Pronto, estou coberta de todos os lados’”, afirmou. Ela enfatizou que a plataforma que criou também poderia apoiar outros artistas, especialmente aqueles de regiões carentes como o norte de Minas Gerais.
Flora Gil, empresária de Gilberto Gil, falou sobre a turnê Tempo Rei, que marca a despedida do cantor dos palcos. Ela mencionou que a turnê foi planejada para ser uma lembrança significativa, considerando a idade e o desejo de Gilberto por apresentações mais simples. Até o momento, a turnê já vendeu mais de 600 mil ingressos, com shows em grandes estádios de várias cidades.
Eliane Dias, CEO da Boogie Naipe, compartilhou sua experiência ao se apresentar como empresária, notando a diferença no tratamento que recebeu. Ela também abordou questões éticas em sua carreira, ressaltando a importância de recusar parcerias que não se alinham com seus valores. “Não vou viver em paz com isso”, disse, referindo-se a ofertas financeiras que poderiam prejudicar outros.
Potyra Lavor, fundadora e CEO da IDW, destacou o sucesso do festival AFROPUNK em Salvador, que movimentou R$ 50 milhões para a cidade no ano passado. Ela ressaltou a importância da diversidade na equipe do evento, que é majoritariamente feminina e composta por mulheres negras e baianas. “Inovação só é inovação se tiver diversidade”, afirmou, enfatizando o papel da cultura afro-brasileira no evento.
O Power Trip Summit, que conta com o patrocínio de grandes marcas e apoio institucional, é um espaço vital para a troca de experiências entre mulheres líderes em diversas áreas. A união e o apoio a projetos culturais e sociais são essenciais para promover mudanças significativas. Iniciativas como essas devem ser estimuladas pela sociedade civil, pois podem impactar positivamente a vida de muitas pessoas.

Em 2025, Vania Galha destaca a urgência de discutir a sexualidade de pessoas autistas, enfatizando a educação sexual desde a infância para promover autonomia e dignidade. A invisibilidade da sexualidade aumenta a vulnerabilidade a abusos.

O Rio de Janeiro será a Capital Mundial do Livro em 2025, celebrando sua rica tradição literária. O seminário Caminhos do Rio destacou a importância da literatura e a influência de escritores locais na identidade nacional.

A influenciadora Wanessa Moura lançou uma campanha de moda praia que desafia estereótipos de beleza, em resposta à polêmica gerada pela atriz Sydney Sweeney. Com um slogan provocador, a campanha promove um diálogo sobre inclusão e representatividade.

Neurocientistas desenvolveram um novo dispositivo que permite a comunicação apenas por pensamento, alcançando até 150 palavras por minuto, usando um dicionário de 125.000 palavras. Essa inovação promete transformar a vida de pessoas com dificuldades de fala, como os participantes com esclerose lateral amiotrófica (ELA) e derrame cerebral, que agora podem se expressar com mais facilidade e rapidez.

Gabriella Di Grecco, atriz de produções da Disney, critica a invisibilidade da cultura do Centro-Oeste no audiovisual brasileiro e pede por narrativas mais inclusivas e complexas. Ela destaca que a região é frequentemente estereotipada e marginalizada, clamando por representatividade real e valorização de suas ricas tradições culturais.

O Senado aprovou a reserva de 30% das vagas para mulheres nos conselhos de administração de empresas estatais, com implementação gradual em três anos. A proposta agora aguarda sanção presidencial.