O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) avança na construção de ramais para garantir acesso à água no Nordeste, beneficiando milhões de pessoas. O Ramal do Apodi, em execução, atenderá 45 municípios, enquanto o Ramal do Salgado levará água a cinco milhões de cearenses. O Ramal do Piancó, previsto para 2025, reforçará o abastecimento em 36 municípios paraibanos.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) está investindo em novos ramais para garantir o acesso à água em regiões afetadas pela seca, especialmente no Nordeste. As obras, coordenadas pela Secretaria Nacional de Segurança Hídrica (SNSH), visam ampliar a cobertura do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) e beneficiar milhões de brasileiros. O diretor do Departamento de Projetos Estratégicos (DPE) da SNSH, Bruno Cravo, comparou o projeto a um sistema circulatório, onde a água é o sangue que nutre a região.
Os ramais, que funcionam como veias do sistema, são responsáveis por levar água até áreas que não são diretamente atendidas pelos eixos principais do projeto. Exemplos como o Ramal do Apodi, do Salgado e do Piancó estão em diferentes estágios de implantação e operação, contribuindo para a segurança hídrica no Nordeste Setentrional.
O Ramal do Apodi, com 115 quilômetros de extensão e capacidade de vazão de 40 metros cúbicos por segundo, está com 72% de execução física e deve ser concluído em outubro de 2026. Com investimento de R$ 1,4 bilhão, a obra beneficiará 45 municípios na Paraíba e no Rio Grande do Norte, assegurando água para consumo humano e atividades produtivas.
Outro projeto importante é o Ramal do Salgado, que levará água ao Ceará a partir do Ramal do Apodi. Com 36 quilômetros de extensão e capacidade de vazão de 20 metros cúbicos por segundo, a obra beneficiará 54 municípios cearenses e cerca de 5 milhões de pessoas. O investimento previsto é de R$ 622 milhões, com conclusão programada para junho de 2026.
O Ramal do Piancó, que terá investimento estimado em R$ 350 milhões, reforçará o abastecimento hídrico de 36 municípios na Paraíba, beneficiando aproximadamente 350 mil pessoas. A obra, que partirá de Mauriti (CE) até o Açude Condado, será implantada em duas etapas, com a publicação do edital prevista para o último trimestre de 2025.
Esses projetos não apenas promovem o acesso contínuo e seguro à água, mas também contribuem para o desenvolvimento regional e a inclusão social. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a ter acesso a recursos hídricos essenciais para suas vidas e atividades. Mobilizar a sociedade civil em apoio a essas iniciativas é fundamental para garantir um futuro mais sustentável e seguro para todos.

Crianças e adolescentes são as principais vítimas de estupro no Brasil, com 78% dos casos registrados em 2024 envolvendo menores de 17 anos, principalmente em residências. O Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025 revela a gravidade da violência sexual intrafamiliar, enraizada em uma cultura patriarcal. Especialistas destacam a necessidade de educação e conscientização para prevenir esses abusos.

O Ministério Público Federal (MPF) busca suspender resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que limita a hormonização de crianças e adolescentes trans, alegando desrespeito a evidências científicas. A ação, que pede R$ 3 milhões em indenização por danos morais coletivos, destaca a vulnerabilidade da população trans e contraria tratados internacionais. O MPF critica a revogação de normas anteriores e defende que o tratamento é seguro e essencial para a saúde mental dos jovens, além de violar a autonomia individual.

Propostas legislativas visam estimular doações filantrópicas e fortalecer fundos patrimoniais, promovendo uma distribuição mais justa de riqueza e um impacto social positivo. A reforma tributária recente já facilitou a doação, mas novas emendas buscam incentivar ainda mais a filantropia.

O "Prêmio Na Prática Protagonismo Universitário" reconhecerá jovens empreendedores de todo o Brasil, com cinco finalistas indo à China. Inscrições gratuitas para universitários de 18 a 34 anos.

Pesquisadoras dos Estados Unidos propõem que o vício em alimentos ultraprocessados seja reconhecido como um transtorno, destacando evidências neurobiológicas e pedindo políticas públicas para combate.

Estudo da Diversitera revela que profissionais trans no Brasil enfrentam desigualdade salarial de 20% em relação a colegas cisgêneros e têm apenas 0,8% de representatividade no mercado formal. A transfobia persiste em ambientes corporativos.