Patricia Xavier lança "Céu azul é tempestade", um livro que discute a exploração da mão de obra negra e propõe reparações financeiras para reduzir desigualdades históricas. A obra fundamenta a luta por justiça social.

A escritora e jornalista Patricia Xavier lançou o livro "Céu azul é tempestade", que discute a exploração histórica da mão de obra negra e propõe reflexões sobre reparações financeiras e a redução das desigualdades sociais. A obra surge como resposta à indignação com a desigualdade econômica e social enfrentada pela população negra, destacando como a escravidão contribuiu para as disparidades que persistem até hoje.
O livro de Xavier fundamenta-se em obras de autores renomados que analisam a relação entre a escravidão e o enriquecimento de nações. Edward E. Baptist, em "A metade que nunca foi contada", revela como a história da escravidão nos Estados Unidos foi distorcida para ocultar a exploração da mão de obra negra, enfatizando a importância de reconhecer essa realidade para entender as desigualdades atuais.
Thomas Piketty, em "Uma breve história da igualdade", aborda a herança da escravidão e a necessidade de discutir reparações, argumentando que os países que se beneficiaram da escravidão devem considerar formas de redistribuir essa riqueza. Jessé Souza, em "Como o racismo criou o Brasil", analisa a influência do racismo na desigualdade social brasileira, desmistificando a ideia de que todos competem em condições iguais.
Eric Williams, em "Capitalismo e escravidão", explora como a escravidão negra foi fundamental para o desenvolvimento do capitalismo na Europa, oferecendo uma perspectiva universal sobre a exploração vivida pelos escravizados. O audiobook "Reparação histórica" também contribui para a discussão, retratando as conquistas dos movimentos por reparação e a necessidade de ações governamentais para combater a desigualdade.
Patricia Xavier, nascida em São Paulo, é autora de "Céu azul é tempestade", que foi traduzido para o espanhol e francês. Ela é finalista de prêmios literários e busca, por meio de sua obra, estimular um debate necessário sobre as injustiças do passado e suas repercussões na sociedade atual.
Iniciativas que promovem a conscientização sobre a desigualdade e a necessidade de reparações são essenciais. A união da sociedade civil pode ser um passo importante para apoiar projetos que visem a justiça social e a equidade, contribuindo para um futuro mais justo e igualitário.

Empresas brasileiras intensificam ações sociais no inverno com campanhas de arrecadação de agasalhos e alimentos. Destaques incluem o Colégio Visconde de Porto Seguro, Thales, Aramis e Grupo Casas Bahia, que promovem iniciativas criativas e solidárias.
A Policlínica de Taguatinga recebe R$ 150 mil para reformas, promovendo ambientes mais confortáveis e funcionais até 2025, beneficiando pacientes e profissionais de saúde.

Lalau e Laurabeatriz celebram trinta anos de parceria com o lançamento dos livros "Abissais" e "Vovôs e Vovós da Floresta", além de uma exposição em São Paulo com ilustrações originais e uma oficina gratuita.

Moradores de Charitas estão preocupados com o impacto no trânsito devido às obras de macrodrenagem na Avenida Prefeito Sílvio Picanço, iniciadas em 14 de julho. A NitTrans assegura que o tráfego pesado seguirá na via principal, mas a sobrecarga nas ruas internas é uma preocupação. As intervenções, com investimento de R$ 13,4 milhões, visam reduzir alagamentos e devem ser concluídas até outubro.

Um estudo da USP revela que a herança indígena no DNA brasileiro é de 13%, superando estimativas anteriores. A pesquisa identificou 8 milhões de variantes genéticas, algumas deletérias, com implicações para a saúde e medicina de precisão.

Pagamentos do Bolsa Família iniciaram em abril de 2025, com auxílio-gás incluído. Beneficiários com NIS final 1 foram os primeiros a receber, com valores a partir de R$ 600,00 e acréscimos conforme a composição familiar.