A Bienal do Livro Rio promove o painel “Potência Criativa” com artistas que abordam arte como resistência e identidade, mediado por Michele Miranda. O evento ocorrerá no dia 19 de junho, às 19h, no Riocentro. Além disso, o Crematório e Cemitério da Penitência inicia a Campanha do Agasalho para ajudar pessoas em vulnerabilidade. No último congresso Paulista de Neurologia, foi lançado o livro "Neuronopatias motoras", reunindo especialistas da área.

A Bienal do Livro Rio promoverá o painel “Potência Criativa” no dia 19 de junho, às 19h, no Palco Apoteose, no Riocentro. O evento contará com a presença de artistas renomadas, como a cantora e atriz Lellê, a cantora e compositora Lourena e a compositora Sabrina Azevedo. A curadoria é da escritora Thalita Rebouças, enquanto a mediação ficará a cargo da jornalista Michele Miranda, autora do livro "Funk Delas - A história contada pelas mulheres". Este painel abordará a arte como um meio de resistência e identidade.
Além do evento literário, o Crematório e Cemitério da Penitência, localizado no Caju, lançou a Campanha do Agasalho. O objetivo é arrecadar roupas de frio e cobertores para o projeto Amor que Cura, que oferece assistência a pessoas em situação de vulnerabilidade. As doações podem ser entregues diariamente, das 7h às 19h, na Rua Monsenhor Manuel Gomes, 307.
No último congresso Paulista de Neurologia, especialistas como Acary Bulle, Francisco Gondim e Marco Orsini lançaram o livro "Neuronopatias motoras", publicado pelo Departamento Científico da Academia Brasileira de Neurologia. A obra reúne conhecimentos sobre doenças que afetam os neurônios motores, contribuindo para a formação e atualização de profissionais da área.
O painel “Potência Criativa” destaca a importância da arte na construção de identidades e na luta por direitos. As artistas convidadas trazem experiências que refletem a diversidade e a força feminina na música e nas artes. Este encontro é uma oportunidade para o público se inspirar e se engajar em discussões sobre a cultura contemporânea.
A Campanha do Agasalho é uma ação essencial para ajudar aqueles que enfrentam dificuldades durante o inverno. A solidariedade da comunidade é fundamental para garantir que as doações cheguem a quem realmente precisa. Cada peça de roupa ou cobertor pode fazer a diferença na vida de uma pessoa em situação de vulnerabilidade.
Iniciativas como a do painel e da Campanha do Agasalho mostram como a união da sociedade pode transformar realidades. Projetos que promovem a cultura e a solidariedade devem ser apoiados e estimulados, pois são essenciais para o fortalecimento da comunidade e para a construção de um futuro mais justo e igualitário.

Malvino Salvador e Kyra Gracie viralizaram com um vídeo de autodefesa, alertando sobre relacionamentos abusivos após um caso de violência doméstica. O casal promove educação emocional e técnicas de proteção.

O Mercadinho São José, ícone cultural da Zona Sul, será revitalizado e reaberto entre julho e agosto de 2023, após aquisição pela Prefeitura por R$ 3 milhões e gestão do consórcio Junta Local/Engeprat.

Na última edição da Flip, Conceição Evaristo destacou a escrita como um espaço de libertação para mulheres negras, abordando as marcas do racismo em sua trajetória. A escritora enfatizou a invisibilidade e a suspeição que seu corpo enfrenta na sociedade.

A Portela busca parceria com o Governo do Rio Grande do Sul para seu enredo "O Mistério do Príncipe do Bará", celebrando a cultura afro-gaúcha e a religiosidade africana. O governador Eduardo Leite apoia a iniciativa.

A exposição "Paiter Suruí, gente de verdade" no IMS, em São Paulo, reúne mais de 900 fotografias que retratam a cultura e a história do povo Paiter Suruí desde os anos 1970. As imagens, coletadas na Terra Indígena Sete de Setembro, foram feitas por indígenas e revelam a evolução do uso da fotografia em suas comunidades. A mostra, que ficará em cartaz até novembro, é uma iniciativa do Coletivo Lakapoy e destaca a importância da documentação visual na preservação da identidade cultural.

Izabella Camargo criticou Ana Maria Braga por minimizar a síndrome de burnout em seu programa, ressaltando que é uma doença ocupacional reconhecida pela OMS e que muitos não percebem sua gravidade.