A trajetória do futebol feminino reflete a luta contra a opressão machista, desde proibições até conquistas de igualdade salarial e crescente popularidade. O crescimento do esporte promete novos ídolos e grandes espetáculos.

A trajetória do futebol feminino é marcada por desafios e conquistas desde seu surgimento na Inglaterra em mil oitocentos e sessenta e três. No Brasil, a prática começou a ganhar espaço no final do século XIX, mas enfrentou proibições severas, como a lei de mil novecentos e quarenta e um, que restringiu a participação feminina até mil novecentos e oitenta e três. Somente nas últimas três décadas, as mulheres puderam se profissionalizar e se destacar nesse esporte, que hoje é o favorito de muitas jovens.
Um marco importante na luta por igualdade salarial ocorreu com as jogadoras da seleção americana, que conquistaram o direito a salários equivalentes aos dos jogadores masculinos. Essa vitória é simbólica, considerando que as mulheres já conquistaram quatro Copas do Mundo, enquanto os homens não obtiveram nenhum título. O crescimento do futebol feminino é evidente, com aumento de qualidade, investimentos e um público cada vez mais engajado.
O futebol feminino também tem atraído novas narradoras e comentaristas, ampliando a visibilidade do esporte. Apesar do progresso, ainda persiste a questão sobre os motivos que levaram à proibição das mulheres de jogar. A ideia de que a anatomia feminina limita a habilidade no futebol é uma noção ultrapassada e errônea. A prática do esporte pode ser tão intensa e competitiva quanto a masculina, e as jogadoras estão cada vez mais preparadas fisicamente.
As barreiras que as mulheres enfrentam no futebol refletem uma opressão histórica, que se estende a outros aspectos da sociedade. O futebol feminino, embora menos violento, é igualmente físico e competitivo. As jogadoras estão se aprimorando a cada geração, com treinamentos intensivos que desenvolvem suas habilidades e corrigem deficiências, assim como ocorre no futebol masculino.
A pergunta que se impõe é: o que o patriarcado ganhou ao proibir as mulheres de desfrutar do prazer de jogar futebol? Essa opressão não se limita ao esporte, mas se estende a diversas áreas da vida. O futebol feminino é uma metáfora da luta contra a opressão machista e das conquistas das mulheres em diferentes campos, mostrando que a paixão pelo esporte é universal e deve ser acessível a todos.
Com o crescimento do futebol feminino, a possibilidade de criar ídolos e movimentar grandes fortunas se torna cada vez mais real. A união da sociedade pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam o esporte e ajudem a superar as barreiras históricas. Projetos que incentivem a prática do futebol feminino e ofereçam suporte às jogadoras podem transformar a realidade e garantir um futuro mais igualitário.

Participantes do Reviver Cultural, projeto de revitalização do Centro, reclamam de atrasos nos repasses financeiros, mas a Prefeitura afirma que os pagamentos estão em dia, com apenas três projetos com pendências documentais.

Trinta enfermeiros da Secretaria de Saúde do Distrito Federal participaram do 2º Workshop de Atualização em Suporte Básico e Avançado de Vida, focando em RCP e atendimento humanizado. A capacitação, em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, visa aprimorar o atendimento em emergências e será replicada por participantes em suas unidades.

Renata Ceribelli estreia nova temporada do quadro "Prazer, Renata" no "Fantástico", abordando vivências de pessoas com 60 anos ou mais, desafiando preconceitos sobre envelhecimento. A série propõe um olhar renovado sobre a longevidade e a diversidade de experiências, promovendo diálogos intergeracionais e a importância de combater o etarismo.

A Enel Foundation lançou o projeto Open Brazil Power, capacitando trinta jovens em energia e inovação, com foco na transição energética e inclusão de mulheres. O programa, em parceria com universidades, visa formar líderes no setor elétrico.

Janaína Prazeres, influenciadora de 35 anos, superou o bullying associado ao seu sobrenome e lançou uma linha de perfumes íntimos. Após anos evitando seu nome devido a piadas de conotação sexual, ela decidiu retomar sua identidade e empoderar-se. Através da terapia, Janaína transformou sua dor em um negócio que celebra o prazer sem vergonha.

Mulheres enfrentam discriminação em atendimentos médicos, com queixas minimizadas e diagnósticos tardios. Casos de Alissa e Dana evidenciam a urgência de reformular a formação médica e valorizar a saúde feminina.