No Estadão Summit ESG 2025, especialistas enfatizaram que a diversidade nas empresas só traz resultados quando acompanhada de inclusão, destacando a resistência a essas práticas em várias regiões. Cris Kerr, CEO da CKZ Diversidade, ressaltou que um ambiente seguro é crucial para a inovação. Aline Nascimento e Tom Mendes abordaram a importância de considerar a diversidade no desenvolvimento de produtos, enquanto José Renato Nalini alertou sobre a emergência climática em São Paulo.

A inclusão e a representação de diversas características humanas, culturais e sociais nas empresas são fundamentais para o sucesso das práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança). Durante o painel "Novos Tempos e a Diversidade", no Estadão Summit ESG 2025, realizado em São Paulo, especialistas enfatizaram que a diversidade só traz resultados quando acompanhada de inclusão. Cris Kerr, especialista em diversidade, destacou que um colaborador pode estar presente, mas se não se sentir à vontade, não compartilhará suas ideias, o que compromete a inovação.
A diversidade abrange gênero, raça, etnia, orientação sexual, identidade de gênero, gerações, religião e corpo, além da diversidade cognitiva, essencial para a inovação. Kerr ressaltou que é crucial criar um ambiente onde todos se sintam pertencentes e respeitados. Pesquisas mostram que apenas contratar profissionais diversos não gera resultados se eles não tiverem espaço para se expressar. Aline Nascimento, especialista em DE&I e ESG, apontou que a resistência à diversidade sempre existiu, mas o debate sobre gênero e raça já é antigo em outras partes do mundo.
Tom Mendes, diretor institucional do ID_BR e do Prêmio Sim à Igualdade Racial, lembrou que mais da metade da população brasileira é negra e que as empresas devem considerar essa diversidade em seus produtos e serviços. Ele afirmou que a falta de atenção a esses dados é economicamente insensata. Mendes também observou que muitas multinacionais mudaram sua abordagem em relação à diversidade, integrando-a em diferentes setores da empresa, em vez de mantê-la isolada.
As mudanças climáticas são uma preocupação crescente, com impactos severos em todo o mundo. José Renato Nalini, secretário executivo de Mudanças Climáticas da Prefeitura de São Paulo, afirmou que a cidade enfrenta desafios únicos, como a estrutura de transporte voltada para automóveis e a produção excessiva de resíduos sólidos. Ele destacou que apenas três por cento dos resíduos gerados são reciclados, e que a arborização é uma solução viável para amenizar o clima urbano, com a meta de plantar 120 mil árvores em São Paulo neste ano.
Eurípedes Alcântara, diretor de Jornalismo do Estadão, abriu o evento ressaltando a contradição atual: líderes políticos que veem o ESG como um obstáculo, enquanto investidores e consumidores exigem ações efetivas. Ele afirmou que essa tensão é saudável, pois expõe fraudes e estimula políticas mais consistentes. Alcântara concluiu que os princípios centrais do ESG permanecem urgentes, apesar do uso superficial da sigla.
Essas discussões sobre diversidade e inclusão, assim como as ações climáticas, são essenciais para moldar um futuro mais justo e sustentável. A união da sociedade civil pode impulsionar iniciativas que atendam às necessidades da população e promovam a inclusão. Projetos que buscam apoiar essas causas podem fazer a diferença e transformar realidades, contribuindo para um mundo mais equitativo e sustentável.

O Festival de Cinema de Xerém, em Duque de Caxias, homenageou Antônio Pitanga e Zeca Pagodinho com o Troféu Zeca Pagodinho, promovendo a cultura local e capacitando novos talentos. O evento, idealizado pela Escola Brasileira de Audiovisual, visa democratizar o acesso ao cinema na Baixada Fluminense.

Após três anos de estudos na USP, os crânios de Maria Bonita e Lampião não tiveram DNA extraído, mas a família planeja um museu para preservar sua história e objetos pessoais. O acervo incluirá armas, joias e documentos.

A cantora Simony, em remissão de câncer de intestino, reflete sobre sua recuperação e lamenta a morte de Preta Gil, amiga que também enfrentou a doença. Ela prioriza o autocuidado e realiza seus sonhos.

Em 2024, o Brasil registrou 1.492 feminicídios, um aumento de 0,7% em relação ao ano anterior, evidenciando falhas nas políticas de prevenção e proteção às mulheres. Especialistas alertam para a necessidade urgente de ações efetivas.

Veridiana Quirino, empresária de Campinas, superou uma infância difícil e hoje fatura mais de R$ 70 milhões com sua marca de semijoias, planejando expandir suas franquias para 700 até 2025.

Cerca de 6 milhões de brasileiros deixaram a pobreza extrema entre 2023 e 2024, reduzindo a taxa de miséria para 6,8%. O índice de desigualdade de renda também atingiu o menor nível desde 2012, refletindo avanços sociais.