Ju Santos, cantora trans de Natal, brilha em pocket show em São Paulo e se prepara para seu álbum de estreia. Com shows agendados, ela é a primeira mulher trans a se apresentar com a Banda Mantiqueira.

Ju Santos, uma cantora trans de Natal, conquistou o público em um pocket show realizado em São Paulo. O evento ocorreu em um estúdio na casa do vibrafonista Guga Stroeter, onde foi apresentada pelo produtor Helton Altman, conhecido por seu trabalho com artistas renomados. A performance de Ju, marcada por um vestido volumoso e uma presença marcante, emocionou a plateia, que incluiu músicos respeitados do cenário musical.
Durante sua apresentação, Ju compartilhou sua trajetória, destacando as dificuldades enfrentadas em sua infância, especialmente por ser filha de um pastor. Ela revelou que a música sempre foi seu refúgio e que, apesar das adversidades, encontrou na arte uma forma de se expressar e se afirmar. Ao final de sua segunda canção, a plateia a aplaudiu de pé, demonstrando a conexão emocional que sua música gerou.
Nos últimos meses, Ju Santos tem se destacado no cenário musical de São Paulo. Em apenas três meses na cidade, ela se tornou a primeira mulher trans a se apresentar com a Banda Mantiqueira e foi convidada para participar de um show no Blue Note, onde sua interpretação da canção "Dindi" foi aplaudida repetidamente. Além disso, Danilo Caymmi a convidou para uma homenagem a sua irmã, Nana Caymmi, que faleceu recentemente.
Ju já tem shows agendados para o final de agosto e novembro, e seu álbum de estreia está previsto para ser lançado até o final do ano. Entre as faixas já gravadas estão "Sobre o Amor", de sua autoria, e "Verde", de Eduardo Gudin. Sua trajetória, que começou em Natal, passou por Pipa e Salvador, é marcada por desafios e superações, refletindo sua força e determinação.
A cantora, que se apresentou pela primeira vez em um lava-jato em 2017, tem atraído a atenção de empresários e músicos influentes. O empresário Rogério Botasso, que a descobriu em Salvador, decidiu investir em sua carreira após se impressionar com seu talento. Ju Santos é um exemplo de como a arte pode transformar vidas e abrir portas, mesmo diante de um passado difícil.
O impacto da história de Ju Santos é um convite à reflexão sobre a importância de apoiar artistas emergentes e iniciativas culturais. A união da sociedade civil pode ser fundamental para garantir que talentos como o dela tenham a oportunidade de brilhar e inspirar outros. Projetos que promovem a diversidade e a inclusão na música devem ser incentivados e valorizados.

Dra. Marta Lemos, do A.C.Camargo Cancer Center, destaca a urgência da doação de sangue durante o Junho Vermelho, alertando sobre a escassez nos meses frios e desmistificando crenças sobre o ato. Doar sangue é vital para pacientes em tratamento oncológico.

A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou a criação do Fundo de Promoção dos Direitos da Comunidade Negra, com recursos do orçamento estadual e sanções coletivas, visando valorizar a comunidade negra. A deputada Thainara Faria (PT) destacou a importância da iniciativa para combater o racismo institucional.

O Teleférico do Alemão, paralisado desde 2016, reabrirá até dezembro de 2023 com gôndolas reformadas e novo sistema de ventilação, beneficiando o transporte de até 10 mil pessoas diariamente. A retomada facilitará o acesso a serviços essenciais na região.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) liberou R$ 3.162.675,00 para cidades do Amazonas e Pará, visando ações de resposta a desastres. Os recursos foram destinados a Beruri (R$ 991.425,00) e Belém (R$ 2.171.250,00). Municípios em situação de emergência podem solicitar apoio financeiro ao MIDR, que avalia as propostas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Além disso, a Defesa Civil Nacional oferece cursos para capacitar agentes de defesa civil.

A proposta de emenda constitucional que limita a jornada de trabalho a 36 horas semanais pode beneficiar 37% dos trabalhadores formais, segundo estudo do IE-Unicamp. A resistência do setor produtivo se baseia em preocupações sobre custos e produtividade.

Crianças em países de baixa renda enfrentam mortalidade infantil 13 vezes maior que as de países ricos, segundo relatório da OMS. A desigualdade social pode ser combatida com ações coletivas e investimentos em saúde.