Cerca de 9% do Parque do Bixiga será destinado a canteiro de obras da Linha 19-Celeste do Metrô por três anos, com promessa de devolução após a conclusão. A área foi adquirida por R$ 65 milhões em 2024.

O Parque do Bixiga, localizado na Bela Vista, em São Paulo, terá parte de sua área utilizada como canteiro de obras para a Linha 19-Celeste do Metrô. Aproximadamente mil metros quadrados, o que representa 9% da área total de 11,1 mil metros quadrados do parque, será destinado a apoiar as obras por cerca de três anos. A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente informou que as condições e o prazo para a ocupação serão definidos em parceria com o Metrô de São Paulo.
A área em questão, situada no cruzamento das ruas Jaceguai e Abolição, próximo ao Teatro Oficina, será utilizada para instalação de escritórios, estacionamento e manobras, além da montagem e desmontagem de equipamentos. Carlos Eduardo Paixão de Almeida, gerente de Projetos do Metrô, afirmou que a intenção não é causar prejuízos ao parque, e que a área será devolvida após a conclusão das obras, conforme acordado entre as partes.
O projeto da Linha 19-Celeste foi definido antes da criação do parque, que foi adquirido pela prefeitura em agosto de 2024 por R$ 65 milhões, após décadas de mobilização popular lideradas por Zé Celso. A licitação para as obras do Metrô está prevista para julho de 2025, com início das obras em 2026 e previsão de conclusão em 75 meses.
O Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-SP) é responsável pelo concurso público do projeto do parque, com a assinatura do contrato prevista para este mês. A presidente da entidade, Raquel Schenkman, destacou que o cronograma detalhado dependerá do plano de trabalho a ser entregue. Representantes do Teatro Oficina e movimentos de bairro pedem a formação de um grupo de trabalho conjunto com a prefeitura para o desenvolvimento do parque.
Uma proposta em discussão inclui a reabertura do Rio Bixiga, atualmente oculto. Durante as discussões na Câmara Municipal, surgiram sugestões de homenagear figuras como Zé Celso, Silvio Santos e Adoniran Barbosa com o nome do parque, mas ainda não há definição sobre isso. O terreno foi adquirido após um acordo entre a prefeitura e o Grupo Silvio Santos, que detinha a área desde a década de 1980.
A mobilização pela criação do parque foi impulsionada por um acordo de R$ 1 bilhão relacionado a uma ação civil de improbidade administrativa. Parte desse valor foi destinada à aquisição do terreno. A união da sociedade civil pode ser fundamental para garantir que o Parque do Bixiga se torne uma realidade, promovendo um espaço de cultura e lazer para todos.

A solidão é comparada ao efeito de fumar 15 cigarros diários, segundo o professor Leandro Freitas, que alerta sobre seus impactos na saúde cerebral e o aumento do risco de demência. Ele critica a eficácia das redes sociais em combater a solidão, enfatizando que a interação física é insubstituível.

O projeto OncoPet do Hospital Regional de Taguatinga promove reencontros emocionantes entre pacientes oncológicos e seus animais de estimação, como o de Jorge Soares e sua cadelinha Mel. Essa iniciativa, coordenada pelo psicólogo Fernando Cabral, visa aliviar a tensão do tratamento e fortalecer o vínculo afetivo, contribuindo para a saúde emocional dos pacientes.

Pesquisadores da Unicamp criaram um curativo líquido bioativo com PVP, romã e alecrim, que forma um filme protetor e inibe microrganismos, sendo sustentável e biocompatível. A tecnologia promete revolucionar o tratamento de feridas.

Renata Ceribelli estreia nova temporada do quadro "Prazer, Renata" no "Fantástico", abordando vivências de pessoas com 60 anos ou mais, desafiando preconceitos sobre envelhecimento. A série propõe um olhar renovado sobre a longevidade e a diversidade de experiências, promovendo diálogos intergeracionais e a importância de combater o etarismo.

Fernando Magrin, fundador do bloco MinhoQueens, reflete sobre sua trajetória aos 60 anos, enfrentando homofobia e etarismo, e destaca a Parada do Orgulho LGBT+ de 2025, que abordará o envelhecimento na comunidade.

A Câmara dos Deputados aprovou a aceleração do PL 2628, que regula o uso de redes digitais por crianças, visando combater a exploração sexual infantojuvenil. O projeto, apoiado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, enfrenta resistência da oposição.