O Rio de Janeiro, capital do petróleo no Brasil, se destaca na transição energética com um debate promovido pelo GLOBO sobre diversificação da matriz energética e investimentos sustentáveis. O evento reunirá especialistas e autoridades no dia cinco de agosto, abordando oportunidades econômicas e desafios para reduzir a dependência de combustíveis fósseis.

O Rio de Janeiro é reconhecido como a capital do petróleo no Brasil, sendo a sede da Petrobras e da Eletrobras. O estado, que abriga a Bacia de Campos, foi o ponto de partida da exploração marítima da Petrobras, culminando na descoberta do pré-sal. Em um contexto global de redução do uso de combustíveis fósseis e combate às mudanças climáticas, o Rio possui condições favoráveis para liderar a transição energética no Brasil.
Com uma sólida base técnica nos setores de petróleo e energia elétrica, o estado conta com universidades e centros de pesquisa que acumulam conhecimento valioso. A infraestrutura existente e o capital humano são diferenciais que podem acelerar a adoção de fontes limpas de energia e o desenvolvimento de novas tecnologias. Para discutir esses temas, O GLOBO realizará um debate sobre transição energética no dia cinco de agosto, reunindo especialistas e autoridades do setor.
O evento, intitulado “Transição energética: como o Rio enfrenta o desafio de reduzir os combustíveis fósseis”, faz parte da série Diálogos RJ e ocorrerá no auditório da Editora Globo, a partir das 9h30. A participação é gratuita, mas as vagas são limitadas. As inscrições estão disponíveis no site do GLOBO. Os debates serão transmitidos ao vivo pelo canal do GLOBO no YouTube e nas redes sociais do jornal.
A transição energética no Rio não é apenas uma questão ambiental, mas também uma oportunidade econômica. O setor de petróleo e gás representa sessenta por cento das exportações do estado e emprega cerca de quarenta mil pessoas. O Rio tem avançado na diversificação de sua matriz energética, destacando-se na produção de biometano e na geração de energia eólica offshore, que pode se beneficiar da experiência das plataformas de petróleo.
O principal desafio é criar um ambiente de negócios que atraia mais investimentos em transição energética. Durante o debate, serão realizados dois painéis temáticos. O primeiro abordará os caminhos para o Rio, com a participação de autoridades e especialistas do setor. O segundo painel discutirá o potencial do estado para atrair investimentos sustentáveis, com a presença de representantes de instituições financeiras e do setor de energia renovável.
Iniciativas que promovem a transição energética são essenciais para o futuro econômico do Rio de Janeiro. A união da sociedade civil pode ser um fator decisivo para apoiar projetos que visem a sustentabilidade e a inovação no setor energético, contribuindo para um futuro mais limpo e sustentável para todos.

Paulo Veras, cofundador da 99, compartilha sua trajetória no projeto Untold da Endeavor, que visa desmistificar o empreendedorismo ao revelar histórias de fracasso e vulnerabilidade. O projeto, que estreia com sete relatos, busca mostrar que o sucesso é frequentemente precedido por dificuldades e que a saúde mental dos empreendedores deve ser priorizada.

A diretora Marianna Brennand receberá o prêmio Women In Motion Emerging Talent Award 2025 em Cannes, destacando seu filme "Manas", que aborda a vida de uma jovem em vulnerabilidade. A obra retrata a exploração e os abusos enfrentados por Tielle, uma garota de treze anos da Ilha do Marajó, no Pará. O elenco conta com Dira Paes, Rômulo Braga e Fátima Macedo.

Especialistas debatem a urgência de estabelecer idades mínimas para o uso de smartphones e redes sociais, destacando riscos como vícios e violência entre adolescentes. O painel 'Like e laços' no Rio Innovation Week abordou a necessidade de proteção digital.

Brasil, membro da OMS, implementa a Lei n° 15.069, que estabelece a Política Nacional de Cuidados, visando garantir acesso à saúde e combater desigualdades sociais. A indústria farmacêutica é essencial para essa transformação.

Mães de crianças com deficiência, como Fernanda e Camila, enfrentam a difícil escolha de abandonar suas carreiras devido à falta de apoio e políticas públicas adequadas, evidenciando a necessidade de inclusão no mercado de trabalho.

Viola Davis preside o júri do prêmio Lights on Women's Worth no Festival de Cannes, promovendo a visibilidade de cineastas mulheres. Ela destaca que a falta de reconhecimento é o principal obstáculo para essas artistas.