Impacto Social

UPA do Recanto das Emas celebra 13 anos com mais de 134 mil atendimentos e foco no acolhimento infantil

Neste sábado, a UPA do Recanto das Emas celebrou 13 anos de atendimento, com destaque para os 29.553 procedimentos pediátricos realizados em dois anos sob a gestão do IgesDF. A equipe promove um ambiente acolhedor, com atividades lúdicas que encantam as crianças e seus familiares.

Atualizado em
July 7, 2025
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Alberto Ruy/IgesDF

Neste sábado, dia cinco de julho, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Recanto das Emas celebrou treze anos de serviços prestados à comunidade. Desde que passou a ser gerida pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) em junho de dois mil e dezenove, a unidade já contabilizou mais de cento e trinta e quatro mil atendimentos. A UPA é uma das quatro do Distrito Federal que oferece atendimento pediátrico, um serviço que tem se mostrado essencial para a população local.

Nos últimos dois anos, a UPA realizou vinte e nove mil quinhentos e cinquenta e três procedimentos pediátricos. Somente em dois mil e vinte e cinco, até junho, foram registrados quinze mil duzentos e cinquenta e oito atendimentos na área pediátrica e vinte e seis mil setecentos e vinte e seis em clínica médica. A equipe da unidade tem se esforçado para criar um ambiente acolhedor, especialmente para as crianças, que muitas vezes se sentem intimidadas em um hospital.

A gerente da UPA, Idê Ingrid Rodrigues, enfatiza a importância de tornar o espaço mais amigável. “Usamos brinquedos e desenhos para deixar a ala pediátrica mais agradável. Quando possível, levamos as crianças para brincar ao ar livre, o que ajuda na recuperação”, afirma. Essa abordagem tem gerado resultados positivos, com pais e responsáveis expressando gratidão pelo cuidado recebido.

Rosângela de Moraes, mãe de uma paciente, destacou o acolhimento que sua filha recebeu. “Os momentos que passamos lá foram de acolhimento por parte de toda a equipe, desde médicos até o pessoal da limpeza”, disse. A criança, que se sentiu tão bem tratada, chegou a chamar os profissionais de “tias” e ficou emocionada ao se despedir ao receber alta.

Maria Cecília, a criança atendida, compartilhou uma experiência marcante. “Fiquei triste por não poder ir à festa junina do trabalho da minha mãe. Então, as tias organizaram uma festa para mim, onde colorimos desenhos e fizemos brincadeiras. Eu me senti muito feliz”, contou. Esse tipo de cuidado e atenção faz toda a diferença na experiência de crianças em tratamento.

Iniciativas como a da UPA do Recanto das Emas mostram como o acolhimento e a humanização no atendimento são fundamentais. Projetos que promovem a saúde e o bem-estar das crianças devem ser apoiados pela sociedade civil, pois a união pode fazer a diferença na vida de muitos pequenos que necessitam de cuidados especiais.

Saúde DF
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