O Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) realiza curso para 150 profissionais sobre atendimento humanizado a vítimas de violência sexual, promovendo debates sobre acolhimento e notificação. A capacitação visa melhorar a qualidade do atendimento e garantir direitos legais, destacando a importância de uma escuta qualificada e sensível.
O Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) está promovendo um curso de atualização para 150 profissionais da saúde, com foco no atendimento humanizado a pessoas que sofreram violência sexual. A capacitação, que começou na segunda-feira, dia dezenove, e se estende até a quarta-feira, dia vinte e um, faz parte do Programa de Interrupção Gestacional Prevista em Lei (PIGL), que já é referência no atendimento a vítimas desse tipo de crime.
A enfermeira Lígia Maria, responsável técnica pelo PIGL, destaca que a formação de profissionais conscientes e preparados é essencial para garantir um acolhimento respeitoso e humanizado. “É fundamental que as vítimas tenham acesso a um atendimento ético, especialmente em um contexto de alta violência de gênero”, afirma. O curso inclui debates sobre notificação de casos e acolhimento de vítimas, além de discutir a profilaxia pós-violência sexual e os aspectos legais da interrupção gestacional.
Durante uma das palestras, a mestre em Saúde Coletiva, Maressa Queiroz, enfatizou a importância da escuta qualificada no atendimento a vítimas de violência sexual. “É necessário garantir que essas pessoas tenham acesso a espaços seguros, onde a rede de proteção funcione de forma integrada”, ressaltou. A residente em Medicina de Família e Comunidade, Isabela Mundim, também comentou sobre a relevância de abordar temas que muitas vezes não são discutidos na formação acadêmica, afirmando que o curso é crucial para ampliar a capacidade de cuidado dos profissionais.
O PIGL do Hmib é um serviço ambulatorial que atende vítimas de violência sexual com gestação resultante do crime, assegurando o acesso aos direitos previstos em lei. A equipe multiprofissional do programa é composta por assistente social, enfermeira, médicas ginecologistas e psicóloga, que garantem que as pacientes sejam informadas sobre suas opções: manter a gestação, entregar para adoção ou interromper, quando permitido por lei.
O Hmib é o único hospital do Distrito Federal a oferecer esse tipo de serviço, sendo uma referência na Região Integrada de Desenvolvimento (Ride). O programa não apenas acolhe e atende as vítimas, mas também realiza a notificação compulsória dos casos e o seguimento na rede intersetorial de saúde e assistência social, promovendo um atendimento completo e integrado.
Iniciativas como essa são fundamentais para fortalecer a rede de apoio às vítimas de violência. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para garantir que mais pessoas tenham acesso a serviços de saúde e acolhimento adequados, contribuindo para a construção de um ambiente mais seguro e respeitoso para todos.

Juliana Verde, violinista de Manaus, compartilhou sua trajetória no Hran durante evento sobre fissura labiopalatina. A iniciativa destacou a importância do tratamento gratuito e acolhedor oferecido pelo hospital.

Mariana Rios, atriz de 39 anos, anunciou sua gravidez com Juca Diniz, neto de Abílio Diniz. Após dificuldades para engravidar, ela celebra o momento e lidera o projeto Basta Sentir Maternidade, que apoia mulheres na jornada da maternidade.

O Mimo Festival retorna ao Rio de Janeiro com uma programação gratuita e diversificada, incluindo shows de artistas renomados e rodas de conversa, até o dia 21. O evento busca promover a cultura popular e a união entre diferentes públicos.

Letícia Voi, de 27 anos, vive com acromatopsia, uma condição genética que limita sua visão a apenas 5% e a impede de perceber cores. Apesar dos desafios, ela é autônoma, trabalha em assistência social e ensina jiu-jitsu.

O Bar Bukowski, ícone do rock carioca, pode ser reconhecido como patrimônio cultural do Rio de Janeiro. A proposta da deputada Célia Jordão avança na Alerj, destacando sua importância histórica e cultural.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica a solidão como uma ameaça global à saúde pública, associando-a a riscos de doenças e morte. A OMS propõe a amizade como antídoto e lança uma Comissão para Conexão Social.