Carlos e Lucas, um casal de professores, celebram o Dia Nacional da Adoção com a história de sua família, formada por três irmãos adotivos, superando desafios e preconceitos. Desde 2019, eles compartilham sua jornada nas redes sociais, inspirando outros a abraçar a adoção e a diversidade familiar.

No dia 25 de setembro, celebra-se o Dia Nacional da Adoção, uma data que ganha um significado especial para o casal de professores Carlos Henrique Ruiz e Lucas Rabello Monteiro. Juntos há 16 anos, eles adotaram três irmãos, formando uma nova família. A adoção por casais homoafetivos foi reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal em 2015, permitindo que muitos, como Carlos e Lucas, realizassem o sonho de ser pais.
O processo de habilitação para a adoção começou em janeiro de 2019 e foi concluído em novembro do mesmo ano. Essa etapa envolve a análise da Justiça sobre a aptidão do casal para adotar, por meio de entrevistas, cursos e avaliações. Inicialmente, o casal planejava adotar duas crianças, mas uma mensagem recebida por WhatsApp mudou seus planos, apresentando a eles três irmãos do Rio de Janeiro.
O primeiro encontro ocorreu durante a pandemia, sem fotos prévias. Carlos e Lucas conheceram os rostos de Kawã, Edgar e Ketlin pela primeira vez em uma casa de acolhimento. A emoção foi intensa, especialmente quando ouviram a palavra "pai" pela primeira vez. A conexão foi imediata, mas a despedida trouxe um momento marcante, quando um dos irmãos questionou se eles voltariam.
Após um mês de visitas, os irmãos puderam ir para casa pela primeira vez em julho de 2020, quando a guarda provisória foi concedida. Carlos e Lucas improvisaram um acampamento na sala, permitindo que as crianças participassem das escolhas. A adaptação, no entanto, não foi fácil, especialmente com a alfabetização das crianças durante as aulas remotas da pandemia.
Os desafios incluíram estabelecer uma rotina e criar laços afetivos. Os irmãos chegaram com histórias e traumas que foram tratados com naturalidade. Com o tempo e apoio terapêutico, eles aprenderam a lidar com seu passado. Carlos e Lucas destacam que a paternidade transformou suas vidas, criando um espaço seguro para conversas e fortalecendo os laços familiares.
A rede de apoio foi fundamental durante todo o processo. O casal compartilha sua experiência nas redes sociais, buscando inspirar outras famílias. Apesar de enfrentarem comentários homofóbicos, a maioria das interações é positiva. A história de Carlos e Lucas mostra que o amor e o compromisso são essenciais para qualquer família. Em situações como essa, a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de muitas crianças que aguardam por um lar.

O Supremo Tribunal Federal determinou que o governo do Rio de Janeiro elabore um plano de reocupação de áreas dominadas pelo crime, enquanto Prefeitura e governo estadual firmam acordo para revitalizar o sistema de trens.

A prefeitura anunciou um plano de revitalização urbana que visa melhorar a segurança e a infraestrutura da cidade, com a participação ativa da comunidade em projetos sociais. A iniciativa busca atender às demandas da população por melhorias.

O governo do presidente Lula anunciou um investimento recorde de R$ 89 bilhões para o Plano Safra da Agricultura Familiar em 2024/2025, visando fortalecer a segurança alimentar e a renda no campo. Com juros acessíveis, o número de contratos cresceu 26%, refletindo avanços na produção e na redução de preços de alimentos.

Nesta quinta-feira (17), o projeto social Escrevendo Futuros encerra suas atividades com premiação, lançamento de um livro colaborativo e distribuição de cestas básicas aos jovens participantes. A iniciativa, que envolveu 25 jovens da comunidade Indiana, no Complexo do Borel, promoveu oficinas criativas e debates, estimulando a leitura e a expressão escrita. Idealizado por Clarissa Kahane e Heder Braga, o projeto é um desdobramento de ações anteriores e visa transformar vidas por meio da literatura.

Cientista brasileira Giovanna Collar, de 28 anos, conquista bolsa em Harvard e prêmio “One to Watch” pela Alzheimer’s Association, ao investigar fatores de resiliência contra o Alzheimer, que pode surgir antes da velhice.

Artista Paulo Nazareth foi barrado duas vezes ao tentar entrar descalço no CCBB de Belo Horizonte, gerando debate sobre normas de visitação e racismo institucional. O CCBB se retratou após o incidente.