Gilson Rodrigues deixa a presidência do G10 Favelas, sendo sucedido por Fausto Filho, e inicia projeto de formação de empreendedores sociais, ampliando iniciativas para além das favelas.

O G10 Favelas anunciou a mudança de liderança da organização, com Gilson Rodrigues deixando a presidência após cinco anos de atuação. Rodrigues, um dos fundadores e líder comunitário de Paraisópolis, declarou: "Missão cumprida". A transição ocorreu durante um jantar beneficente em São Paulo, no dia 24 de junho, onde Fausto Filho, coordenador do G10 em Pernambuco, assumiu a presidência. A nova estrutura de liderança será rotativa, permitindo que representantes de diferentes estados ocupem o cargo por períodos de dezoito meses.
Rodrigues destacou que os líderes do G10 estão prontos para avançar com o movimento, que já conta com uma rede de mais de quatro mil integrantes em quatrocentas favelas de dezesseis estados, beneficiando cerca de duzentas mil famílias. A organização tem como objetivo promover inclusão social e desenvolvimento econômico nas comunidades. A mudança de liderança representa um passo importante para fortalecer essa rede de apoio comunitário.
Após sua saída da presidência, Gilson Rodrigues se dedicará a um novo projeto focado na formação de empreendedores sociais em todo o Brasil. A iniciativa será realizada por meio da Academia da Prosperidade e da Vida, uma instituição independente que visa ensinar metodologias desenvolvidas pelo G10. O objetivo é compartilhar ferramentas e estratégias de empreendedorismo e impacto social, com uma sede física e estrutura digital que oferecerá cursos, palestras e mentorias.
Além disso, duas iniciativas significativas do G10, a Favela Brasil Express e o G10 Bank, serão ampliadas para atender também áreas fora das favelas. A Favela Brasil Express, que organiza centros de distribuição em comunidades, e o G10 Bank, que oferece crédito e mentoria a pequenos negócios, expandirão suas operações para outras regiões urbanas, incluindo locais onde estão localizadas grandes empresas.
Rodrigues afirmou que o intuito é demonstrar que soluções criadas nas favelas podem ser aplicadas em contextos urbanos mais amplos. A proposta inclui a abertura de escritórios do banco e da operadora logística na Avenida Faria Lima, um dos principais centros financeiros de São Paulo. As empresas estão sendo reestruturadas com a entrada de executivos do mercado e a formação de conselhos consultivos, visando ampliar o alcance e consolidar a transformação social como um modelo de negócio sustentável.
Essa nova fase do G10 Favelas representa uma oportunidade para que a sociedade civil se una em prol de iniciativas que promovam a inclusão e o desenvolvimento. Projetos como esses devem ser apoiados, pois têm o potencial de transformar realidades e inspirar outras comunidades a buscar soluções inovadoras e sustentáveis.

Homem em situação de rua é preso no Guará por ser foragido da Justiça, enquanto o governo do Distrito Federal intensifica ações de acolhimento e assistência à população vulnerável. O aumento de 19,8% na população em situação de rua no DF, com 3.521 pessoas, destaca a urgência de políticas públicas eficazes. O governo promete mais vagas em abrigos e programas de apoio.

Em meio à crescente violência doméstica na Colômbia, a fundação Dejamos Huella, liderada por Ángela Herazo, já apoiou mais de 4.500 mulheres e 3.000 crianças, promovendo recuperação e empoderamento.

A ONG Tucca, em parceria com o Santa Marcelina Saúde, busca expandir seu ambulatório em 30% para atender a crescente demanda de crianças com câncer, com um custo de R$ 10 milhões. Para arrecadar fundos, um leilão beneficente será realizado.

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) busca famílias voluntárias para o Projeto Cães nas Escolas de Gestão Compartilhada, que treinará cães de assistência para crianças com Transtorno do Espectro Autista e deficientes visuais. As famílias cuidarão dos animais por cerca de oito meses, recebendo suporte da equipe do CBMDF, enquanto os cães serão preparados para promover inclusão e autonomia.
O Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas (Provita) já assistiu mais de 4 mil brasileiros em 25 anos, com 510 pessoas sob proteção atualmente, destacando mulheres negras em vulnerabilidade. O programa, que garante moradia segura e apoio psicológico, mantém um índice de 100% de sucesso em evitar atentados.

A Secretaria de Administração de Pernambuco habilitou a Sociedade Assistencial Saravida, ligada a uma aliada da governadora Raquel Lyra, para o Programa Nova História, gerando suspeitas de favorecimento político. O governo nega qualquer influência política no processo de seleção das instituições.