O programa "Expedição Rio" revelou o vasto acervo de figurinos da Globo, com 100 mil itens, destacando a doação de roupas para ONGs e a reutilização em novelas, como "Vai na Fé" e "O Cravo e a Rosa".

O programa "Expedição Rio" visitou os Estúdios Globo, revelando um acervo impressionante de 100 mil itens de figurinos. Este acervo inclui peças que vão desde a Idade Média até os dias atuais, refletindo a rica história das produções da emissora. A visita destacou também a importância da doação de roupas para organizações não governamentais, promovendo a reutilização e a solidariedade.
Uma única novela da Globo pode contar com até 18 mil peças de roupa, como é o caso da produção "Vai na Fé", de 2023. Novelas de época, como "O Cravo e a Rosa", de 2000, podem ter ainda mais figurinos. Os trajes que marcam épocas e personagens são cuidadosamente armazenados, permitindo que sejam reaproveitados em novas produções.
O acervo, que ocupa uma área de 1.500 metros quadrados, é um verdadeiro tesouro da televisão brasileira. Os corredores repletos de cabides mostram a diversidade e a riqueza dos figurinos que ajudaram a contar histórias ao longo das décadas. O programa, que já está em sua quinta temporada, tem como objetivo explorar o território fluminense e apresentar lugares pouco conhecidos pelos cariocas.
Além de preservar a memória da televisão, a doação de figurinos para ONGs é uma ação que demonstra o compromisso social da emissora. Essa prática não apenas ajuda a comunidade, mas também promove a sustentabilidade, evitando o desperdício de recursos. A reutilização de roupas é uma forma de contribuir para um mundo mais consciente e responsável.
O acervo de figurinos da Globo é um reflexo da evolução da moda e da cultura brasileira, mostrando como a televisão pode influenciar e registrar momentos históricos. A preservação desses itens é fundamental para que as futuras gerações possam entender e apreciar a riqueza da nossa história televisiva.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, incentivando ações que promovam a solidariedade e a cultura. Projetos que visam apoiar ONGs e iniciativas sociais podem fazer a diferença na vida de muitas pessoas, transformando histórias e realidades.

A gestão coletiva de bens comuns, proposta por Elinor Ostrom, desafia a "tragédia dos comuns" de Garrett Hardin, destacando a importância do terceiro setor na governança e defesa desses recursos. A colaboração entre Estado, mercado e sociedade civil é essencial para evitar crises ambientais e sociais.

O projeto Saúde Mais Perto do Cidadão – Restaurando Sorrisos oferece atendimento odontológico gratuito a mulheres em situação de vulnerabilidade em Sobradinho II até 13 de agosto. Com investimento de R$ 8 milhões, a iniciativa já beneficiou 1,7 mil mulheres em outras localidades, promovendo autoestima e dignidade.

O Instituto Doando Vida por Rafa e Clara (IDV) promoveu uma animada festa junina para 80 crianças, oferecendo diversão e confraternização às famílias da Chácara Santa Luzia. O evento, repleto de danças e comidas típicas, foi um momento especial, destacando a importância do apoio comunitário e das doações para a continuidade das atividades da instituição.

A ONG Florescer, criada por Sofia Moral e Cauã Vilela, mobiliza mais de 450 voluntários em ações sociais e ajuda a animais abandonados no Distrito Federal, buscando parcerias e doações para expandir suas iniciativas.

Após um ano das enchentes no Rio Grande do Sul, 863 cães e gatos ainda aguardam adoção, enfrentando superlotação e condições precárias em abrigos. A diminuição do interesse em adotar agrava a situação.

O III Direito do Terceiro Setor Law Summit, promovido pela OAB-SP, abordou a profissionalização das organizações sociais e a defesa da democracia, destacando a criação do Laboratório Permanente sobre Cartórios e Terceiro Setor. A presidente da Comissão da OAB-SP, Laís de Figueiredo Lopes, enfatizou a importância da legislação para a atuação das organizações, enquanto Viviana Santiago, da Oxfam, ressaltou seu papel na defesa de direitos humanos. A filantropa Neca Setúbal expressou preocupação com as eleições de 2026, destacando a necessidade de ações que fortaleçam a democracia e a representatividade.