Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF) visa preservar florestas tropicais. A iniciativa, lançada na Semana do Clima da ONU, promete pagamentos anuais por hectare preservado, incentivando países a manterem suas florestas.

Em 2023, durante a Semana do Clima da ONU em Nova York, Carlos Rittl, da Wildlife Conservation Society (WCS), alertou sobre a degradação florestal global, com 25% das florestas já destruídas. Apenas 40% dos 4,3 bilhões de hectares de florestas restantes permanecem intactos. Rittl destacou a importância das florestas para o clima e a biodiversidade, enfatizando a necessidade urgente de ações para prevenir sua degradação e desmatamento.
Como resposta a essa crise, a WCS e o governo brasileiro anunciaram o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), uma iniciativa financeira inovadora que visa recompensar países por manterem suas florestas preservadas. O TFFF pretende beneficiar países em desenvolvimento que controlam o desmatamento, oferecendo pagamentos anuais de US$ 4 por hectare de floresta preservada, enquanto penaliza áreas desmatadas com deduções que variam de US$ 400 a US$ 800 por hectare.
O TFFF se diferencia de outros mecanismos, como o REDD+, ao continuar a remunerar países por manter florestas em vez de apenas evitar o desmatamento. Garo Batmanian, diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro, explicou que o fundo busca criar incentivos diretos para a preservação florestal. A proposta foi apresentada na COP28 e está sendo desenvolvida com apoio técnico de várias organizações, com lançamento previsto para a COP30 em Belém.
O fundo será gerido por uma instituição multilateral, possivelmente o Banco Mundial, e busca levantar US$ 125 bilhões por meio de títulos no mercado. A expectativa é garantir compromissos de US$ 25 bilhões até a COP30, com foco em investidores como fundos soberanos e de pensão. Os recursos serão aplicados em investimentos seguros, priorizando ativos que não causem danos ao meio ambiente.
Para participar do TFFF, os países devem manter uma taxa de desmatamento anual de, no máximo, 0,5% de suas florestas tropicais. O Brasil, que perdeu 0,25% de sua vegetação nativa em 2023, se qualifica para o fundo, que também exige um plano de uso dos recursos, priorizando a conservação e iniciativas que beneficiem comunidades tradicionais.
Embora o TFFF represente uma oportunidade significativa para a conservação florestal, desafios permanecem, como a necessidade de monitoramento eficaz da degradação florestal. A iniciativa pode não apenas contribuir para a estabilidade climática, mas também impactar positivamente a vida das comunidades locais. A união em torno de projetos que visem a preservação ambiental pode ser fundamental para garantir um futuro mais sustentável.

Al Gore elogia o modelo de financiamento do BNDES para energias renováveis no Brasil, considerando-o um exemplo para outros países. Ele expressa otimismo sobre a COP30 em Belém, apesar dos desafios da exploração de combustíveis fósseis.

Governo de São Paulo disponibiliza R$ 2,5 milhões para pescadores afetados. A linha de crédito emergencial, com juros zero, visa mitigar os impactos da mortandade de peixes no Rio Tietê.

Durante a cúpula do Brics, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou a urgência de triplicar energias renováveis e criticou o negacionismo e o unilateralismo que ameaçam o futuro. Ele defendeu a recuperação da OMS e a justiça climática, enfatizando a necessidade de investimentos em saúde global.

Água do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) chegou a São Bento, na Paraíba, e deve alcançar o Rio Grande do Norte em breve, beneficiando milhares de pessoas no semiárido. A liberação histórica marca a primeira vez que a água do PISF chega ao estado potiguar, com a expectativa de fortalecer o abastecimento e as atividades econômicas locais. O percurso de 412 quilômetros envolve um complexo sistema de reservatórios e canais, com monitoramento contínuo da qualidade da água.

A Fórmula 1 projeta um crescimento contínuo, com receitas de US$ 3,65 bilhões em 2024 e a meta de neutralidade de carbono até 2030, reduzindo 26% das emissões até 2024. A estratégia inclui combustíveis sustentáveis e otimização de calendários.

O Brasil implementará sua primeira barreira SABO em Nova Friburgo, com investimento superior a R$ 20 milhões, visando conter deslizamentos e estudar movimentos de massa. A obra é fruto de cooperação entre Brasil e Japão.