A Transpetro inaugurou sua segunda usina solar em Belém, com investimento de R$ 3,2 milhões, visando energia renovável e redução de emissões em 30 toneladas anuais. A iniciativa faz parte do programa Terminal + Sustentável.

A Transpetro, subsidiária da Petrobras, inaugurou nesta quinta-feira (17) sua segunda usina solar em Belém, com um investimento de R$ 3,2 milhões. A nova instalação visa gerar energia para o terminal de combustíveis da cidade, contribuindo para um programa que busca garantir energia renovável em todos os 48 terminais da companhia no Brasil. A primeira usina foi inaugurada em abril no terminal de Guarulhos, em São Paulo.
A usina de Belém possui uma potência de 300 kW (quilowatts), suficiente para abastecer até oitenta residências. Com a instalação de 480 painéis fotovoltaicos em uma área de 3.000 metros quadrados, que inclui telhados do terminal, a Transpetro estima uma redução de 30 toneladas anuais nas emissões de gases do efeito estufa. Além disso, a unidade deve gerar uma economia de R$ 400 mil por ano na conta de energia elétrica.
O terminal de Belém é responsável pela movimentação de diversos combustíveis, como diesel, gasolina e gás de cozinha, recebidos de outros terminais e da refinaria de Mataripe, na Bahia. Em 2024, o terminal movimentou 2,3 milhões de metros cúbicos de combustíveis e derivados, evidenciando a importância da usina solar para a sustentabilidade da operação.
O presidente da Transpetro, Sergio Bacci, destacou que a iniciativa não é isolada, mas parte de uma estratégia mais ampla que prioriza a sustentabilidade nas decisões da empresa. O gerente executivo de Operação de Dutos e Terminais Norte, Nordeste e Sudeste, Flavio Godinho, mencionou que a empresa está avaliando um modelo de auto-geração para o terminal de Coari, no Amazonas, e busca parcerias para projetos de geração de energia remota.
Além da geração de energia renovável, a Transpetro lançou o programa Terminal + Sustentável, que inclui investimentos em reúso de água. Um sistema de captação de água da chuva foi instalado, com capacidade para reaproveitar até 3,6 mil metros cúbicos por ano. Um novo sistema será implementado até o final do ano, aumentando a capacidade de reúso em mais 1,3 mil metros cúbicos anuais, o que deve resultar em uma economia de 40% no consumo de água do terminal.
A implementação do projeto Terminal + Sustentável em Belém, especialmente em um local que será sede de uma importante Cúpula do Clima, ressalta o compromisso da Transpetro com a sustentabilidade. Iniciativas como essa podem inspirar a sociedade civil a apoiar projetos que promovam a preservação ambiental e a responsabilidade social, contribuindo para um futuro mais sustentável.

O biometano se destaca como alternativa sustentável para a frota de ônibus urbanos no Brasil, reduzindo emissões e custos operacionais, enquanto desafia a dependência da eletrificação. A crescente discussão sobre a eletrificação dos ônibus urbanos no Brasil enfrenta desafios na rede elétrica, especialmente em grandes cidades. O biometano, produzido a partir de resíduos orgânicos, surge como uma solução viável, com potencial para reduzir em mais de 90% as emissões de poluentes e custos operacionais até três vezes inferiores aos ônibus elétricos.
O Brasil se prepara para a COP30, que ocorrerá na Amazônia em 2025, com foco em políticas de desenvolvimento sustentável e segurança hídrica, segundo Valder Ribeiro, do MIDR. O evento reunirá quase 200 países.

O projeto Amazônia Live – Hoje e Sempre promoverá um grande evento em Belém, com Ivete Sangalo como atração principal, visando a conscientização ambiental antes da COP 30. O evento ocorrerá no dia 20 de setembro, no estádio do Mangueirão, e contará com artistas como Viviane Batidão e Lambateria Baile Show. Os ingressos serão gratuitos, e a iniciativa busca destacar a importância da Amazônia em um ano crucial para o meio ambiente.

Cidades enfrentam ilhas de calor devido à urbanização, mas áreas verdes, como quintais arborizados, podem reduzir a temperatura em até 1ºC, melhorando a saúde pública e a qualidade de vida.

ICMBio suspende soltura de ararinhas-azuis após detecção de circovírus em Curaçá, Bahia. Medidas de biossegurança são implementadas para proteger a população da espécie ameaçada.

Pedro Martins de Souza, aos 78 anos, reflorestou sua propriedade em Minas Gerais, aumentando água e renda. A iniciativa, apoiada pelo Instituto Terra, inspirou outros produtores e recuperou nascentes na região.