O governo do Ceará intensificará as obras do Cinturão das Águas, aumentando o número de máquinas e trabalhadores, com conclusão prevista para junho de 2024, beneficiando 800 mil pessoas. Com um avanço físico de 83,49%, o projeto, que conta com R$ 2 bilhões em investimentos, visa garantir segurança hídrica na região, abrangendo também a Grande Fortaleza.

O Governo do Estado do Ceará anunciou um aumento significativo nas obras do Cinturão das Águas do Ceará (CAC), elevando o número de máquinas de 150 para 200 e adicionando 200 trabalhadores à equipe, que agora conta com 600 colaboradores. A expectativa é concluir os trechos 3 e 4 até junho do próximo ano, beneficiando aproximadamente 800 mil pessoas na região.
Atualmente, o CAC apresenta um avanço físico de 83,49% e é alimentado pelo Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF), a partir da barragem de Jati. A infraestrutura terá uma extensão total de 145 quilômetros e foi projetada para uma vazão de 30 metros cúbicos por segundo, com um investimento total superior a R$ 2 bilhões, sendo R$ 1,7 bilhão já garantidos por recursos federais.
O ministro de Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, destacou que a atenção do projeto não se limita ao Sertão do Cariri, mas também se estende à Região Metropolitana de Fortaleza. Ele enfatizou a importância da parceria entre o governo federal e o governo do Estado para garantir os altos investimentos necessários para a conclusão das obras.
Durante uma visita às obras, o ministro também inspecionou os lotes 3 e 4, localizados no município de Crato. Os lotes 1 e 2 já foram finalizados, totalizando 75 quilômetros de infraestrutura pronta. A Secretaria dos Recursos Hídricos do Ceará informou que o foco agora é concluir a terraplanagem dos lotes restantes e realizar obras complementares no próximo ano.
Além das iniciativas no Ceará, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, participará do Caminho das Águas nos próximos meses, onde assinará uma ordem de serviço de R$ 491,3 milhões para duplicar a capacidade de bombeamento do Eixo Norte do PISF, aumentando de 24,75 metros cúbicos por segundo para 49 metros cúbicos por segundo. Essa ação beneficiará 237 municípios e cerca de 8,1 milhões de pessoas nos quatro estados nordestinos.
Com o avanço das obras do Cinturão das Águas, a união da sociedade civil é fundamental para apoiar iniciativas que visam melhorar a segurança hídrica e a infraestrutura da região. Projetos que promovem a solidariedade e a colaboração podem fazer a diferença na vida de muitas pessoas que dependem dessa água para suas atividades diárias.

O armazenamento de energia elétrica no Brasil, antes visto como inviável, agora atrai investimentos bilionários, podendo movimentar até R$ 44 bilhões até 2030, dependendo de um marco legal. O Operador Nacional do Sistema (ONS) alerta para riscos de apagões e a necessidade de leilões de capacidade e armazenamento, que enfrentam atrasos.

A A4 Solutions, startup brasileira de segurança industrial, cresce 55,78% e desenvolve tecnologia inovadora para prevenir acidentes, visando aumentar sua carteira de clientes até 2025. A missão é salvar vidas e reduzir custos operacionais.

O Ministério da Saúde inicia o envio de mensagens via WhatsApp para alertar 270 mil pacientes com hipertensão sobre a continuidade do tratamento. A ação visa reforçar a adesão a medicamentos essenciais.

Estudos recentes revelam que a mobilidade social dos jovens é fortemente influenciada por redes de conexões sociais, destacando desigualdades entre diferentes origens econômicas. A falta de capital social limita as oportunidades para os mais pobres.

O Flamengo se destaca como o primeiro clube brasileiro a adquirir um ônibus 100% elétrico, o BYD D9F, para transportar seus atletas olímpicos, promovendo sustentabilidade e inovação. A parceria com a BYD inclui uma estação de recarga no Maracanãzinho e promete evitar a emissão de 182 toneladas de CO₂ anualmente, equivalente ao plantio de mais de 1.200 árvores.

Câmara dos Deputados discute projeto de lei para proteger crianças e adolescentes da exploração digital, com apoio de diversos setores e propostas de criminalização da sexualização infantil. A comissão geral, liderada pelo presidente Hugo Motta, visa criar regulamentações para redes sociais e jogos online, destacando a urgência da proteção infantil.