Museu Nacional reabre parcialmente após incêndio devastador em 2018, destacando o meteorito Bendegó e o esqueleto de uma baleia cachalote. A exposição temporária "Entre Gigantes" ficará disponível até 31 de agosto.

O Museu Nacional, no Rio de Janeiro, reabriu parcialmente em 2 de agosto de 2023, após o incêndio devastador de 2018 que destruiu grande parte de sua estrutura e acervo. A reabertura marca um momento significativo, com três salas disponíveis ao público, incluindo o hall de entrada e ambientes adjacentes. A exposição temporária, intitulada "Entre Gigantes", destaca o meteorito Bendegó, o esqueleto de uma baleia cachalote e um afresco restaurado da coleção da Imperatriz Tereza Cristina.
O meteorito Bendegó, com mais de cinco toneladas, é o maior já encontrado no Brasil e sobreviveu ao incêndio. Composto principalmente de ferro e níquel, ele foi descoberto na Bahia em 1784. O esqueleto da baleia cachalote, com 15,7 metros de comprimento, é o maior em exibição na América Latina e foi adquirido após o incêndio. A peça está suspensa perto da nova claraboia do museu, que foi instalada durante a reforma.
Outra atração é o afresco "Dragão e Dois Golfinhos", que foi encontrado fragmentado em 156 partes após o incêndio e enviado para restauração na Itália. A sala também exibe outras peças recuperadas das cinzas, evidenciando os esforços para reerguer o museu. O diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner, destacou a importância da exposição para mostrar a resiliência dos trabalhadores e a relevância científica do acervo.
A gerente executiva do projeto Museu Nacional Vive, Lucia Basto, ressaltou que a reabertura é uma oportunidade para discutir as conquistas e desafios da reconstrução. Além da nova claraboia, os visitantes poderão apreciar elementos artísticos que estavam ocultos antes do incêndio. Fundado em 1818, o Museu Nacional é a instituição científica mais antiga do Brasil e já abrigou mais de 20 milhões de peças.
Atualmente, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), responsável pela gestão do museu, estima que ainda faltam R$ 170 milhões dos R$ 500 milhões necessários para concluir as obras de reconstrução. O Ministério da Educação e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já financiaram parte das obras. A reabertura total do museu não deve ocorrer antes de 2027.
O retorno do Museu Nacional é um convite à sociedade para apoiar iniciativas que visem a preservação do patrimônio cultural e científico. A união em torno de projetos que promovam a recuperação e valorização de espaços como este é fundamental para garantir que a história e a ciência continuem acessíveis a todos.

O governo Lula reduz o período de transição do Bolsa Família de 24 para 12 meses para beneficiários que conseguem emprego formal, facilitando o retorno ao programa em caso de desemprego. A medida visa apoiar a inclusão social e o crescimento da classe média, com mais de 250 mil novas vagas de emprego formal ocupadas por trabalhadores vulneráveis em fevereiro. O ministro Wellington Dias destaca que a mudança deve ser monitorada para garantir sua eficácia em diferentes cenários econômicos.

Nos dias 7 e 8 de agosto, a 10ª Reunião Ordinária do Fórum de Presidentes de Conselhos Distritais de Saúde Indígena (FPCONDISI) ocorreu em Brasília, com a participação de líderes indígenas e representantes da saúde. A nova Mesa Diretora foi empossada, com Wallace Apurinã reeleito, destacando a importância do controle social na saúde indígena. O encontro abordou temas cruciais, como o Plano Anual de Trabalho dos DSEI e a convocação para a 7ª Conferência Nacional de Saúde Indígena.

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEDF) anunciou a licitação para a reforma do Teatro da Praça, com propostas a serem apresentadas em 1º de agosto de 2025, totalizando R$ 3.108.684,98. O projeto visa modernizar a infraestrutura cultural de Taguatinga, incluindo melhorias no palco, camarins e acessibilidade, além de reformas na área externa. O deputado federal Reginaldo Veras celebrou a notícia, destacando a importância da reforma para a cultura local.

A Geração Z exige que as empresas priorizem a saúde mental como uma necessidade essencial, não um benefício. Organizações estão implementando práticas que promovem bem-estar e retenção de talentos.

Pesquisadoras da Universidade de Iowa e da Universidade do Kansas desenvolveram o programa "Mudança de linguagem" para combater o tratamento infantilizado a idosos, reduzindo resistência e uso de medicamentos antipsicóticos.

Abigail Disney, neta do fundador da Disney, foi presa em protesto contra jatos particulares e criticou a desigualdade salarial nos parques da empresa, defendendo uma reforma tributária justa.