O GLOBO promove o evento "Cultura em movimento" para debater os desafios do setor cultural fluminense, com a presença de gestores e foco em investimentos que impactam a economia local. A discussão abordará a diversidade cultural e os benefícios econômicos gerados, destacando que R$ 139 milhões da Lei Paulo Gustavo resultaram em R$ 852,2 milhões para o estado.

O estado do Rio de Janeiro é um polo vibrante de cultura, abrangendo diversas manifestações artísticas, como samba, funk, música erudita, teatro e festivais. Essa riqueza cultural não apenas enriquece a identidade fluminense, mas também desempenha um papel crucial na economia local, gerando empregos e influenciando políticas públicas, mesmo em um contexto de desigualdade e falta de investimentos.
Para abordar os desafios e oportunidades do setor cultural, O GLOBO promove o encontro "Cultura em movimento", que ocorrerá nesta quarta-feira, dia 2 de julho, às 9h30, no auditório da Editora Globo, no Centro do Rio. O evento será transmitido ao vivo pelo canal do GLOBO no YouTube e pelo Facebook do jornal e do Extra.
A programação do encontro inclui dois painéis temáticos. O primeiro, intitulado “Do Sambódromo ao MIS: a potência das culturas do Rio”, contará com a participação de importantes gestores culturais, como Danielle Barros, secretária estadual de Cultura e Economia Criativa, e Clara Paulino, presidente da Fundação do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Este painel discutirá as expressões culturais que moldam a identidade da capital.
O segundo painel, “A força das experiências regionais”, focará nas iniciativas culturais que emergem fora da capital, destacando a diversidade criativa do interior do estado. Entre os participantes estão Hingo Hammes, prefeito de Petrópolis, e Conceição Diniz, assessora-chefe da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro.
O evento ocorre em um momento de fortalecimento da política cultural fluminense, com investimentos significativos. A Lei Paulo Gustavo, por exemplo, destinou R$ 139 milhões ao setor, gerando um impacto econômico estimado em R$ 852,2 milhões. Danielle Barros ressalta que, desde 2020, mais de R$ 1 bilhão foram investidos na modernização e ampliação das ações culturais.
Esses dados evidenciam a importância da cultura como motor de desenvolvimento econômico. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar e impulsionar projetos culturais, garantindo que a diversidade e a riqueza cultural do Rio de Janeiro continuem a prosperar e a beneficiar a todos.

Sarah Simpson, coach de imagem corporal, enfrentou um incidente viral ao ser confundida com uma grávida durante uma aula de ioga, gerando debates sobre preconceitos corporais. O episódio destaca a persistência de padrões de beleza prejudiciais e a importância da autoaceitação.

O samba do Cardosão, tradição de Laranjeiras, é agora patrimônio cultural imaterial do Rio, conforme lei promulgada pelo vereador Flávio Valle, destacando sua importância histórica e social.

Helena Monteiro da Costa, última herdeira de um escravizado do século 19, ganhou reconhecimento aos 100 anos com a mudança do nome de uma travessa para Anísio José da Costa, homenageando seu pai.

A UPA de Ceilândia enfrenta superlotação extrema, com 50 internados em vez de 27 leitos, e muitos afastamentos da equipe por saúde mental. A situação se agrava após ato de vandalismo recente.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) atualizou as diretrizes para cirurgia bariátrica, permitindo o procedimento a partir de IMC de 30 kg/m² e para adolescentes a partir de 14 anos com obesidade grave. As novas regras visam atender a demanda por tratamentos mais acessíveis e seguros.

A Unicamp aprovou cotas para pessoas trans, travestis e não binárias, gerando reações políticas e tentativas de anulação por parlamentares, em meio a um aumento de projetos de lei antitrans no Brasil.