O Balanço Ético Global (BEG), lançado em 17 de junho pelo Brasil e pela ONU, destaca a ética nas decisões climáticas e busca incluir vozes marginalizadas, enfatizando a urgência de agir em prol da justiça social e ambiental.

O lançamento do Balanço Ético Global (BEG) em 17 de junho, liderado pelo Brasil e pela Organização das Nações Unidas (ONU), destaca a relevância da ética nas decisões climáticas. A iniciativa visa promover uma escuta inclusiva de vozes marginalizadas, como povos indígenas e cientistas, que frequentemente não são consideradas nas análises de retorno sobre investimento, mas que vivenciam diretamente os impactos da crise climática.
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, enfatizou a necessidade de proteger o clima, que é essencial para a vida na Terra. O BEG propõe uma abordagem que vai além das métricas financeiras, buscando refletir sobre a responsabilidade social e ambiental das empresas. A inovação mais urgente, segundo a ministra, é a capacidade de imaginar a vida de quem já enfrenta secas e insegurança alimentar.
O BEG surge em um contexto crítico, dez anos após o Acordo de Paris, em um período em que os últimos 21 meses foram os mais quentes da história. A ministra alertou que adiar decisões climáticas é uma escolha ética que privilegia alguns em detrimento de muitos. A confiança no mercado, que é um ativo intangível, depende da percepção de que empresas e governos compartilham riscos e benefícios de maneira justa.
O BEG não se propõe a criar uma nova métrica de retorno financeiro, mas sim a oferecer um espelho moral que questiona se estamos dispostos a agir em favor dos mais afetados pela crise climática. Se a resposta for positiva, os fluxos financeiros seguirão como consequência natural dessa ação ética. Caso contrário, os resultados financeiros serão tão frágeis quanto o clima que sustenta a vida.
O chamado do BEG é para que as empresas não apenas mudem suas práticas, mas também reaprendam a se colocar no lugar do outro. A ética, que antes era um campo da filosofia, tornou-se um critério essencial para a sobrevivência neste século. O desenvolvimento sustentável deve ser visto como um compromisso imediato, não uma promessa para o futuro.
Em um momento em que a ética é central nas discussões sobre sustentabilidade, é fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que promovam a justiça social e ambiental. A união em torno de causas que visam ajudar aqueles que mais sofrem com as consequências da crise climática pode fazer a diferença e transformar realidades.

A peça "Osíris, o Boi Andarilho" será apresentada gratuitamente na Festa Junina do Núcleo Comunitário Inverno Verão em Diadema, promovendo a cultura popular e a reflexão sobre identidade. O espetáculo, dirigido por Priscilla Fernandes, explora a trajetória de um boi paulistano e suas conexões culturais, incentivando o reconhecimento das origens e a resistência cultural. Com duração de 45 a 60 minutos, a apresentação é livre para todas as idades e combina contação de histórias, música e dança.

O Museu Kuahí dos Povos Indígenas do Oiapoque reabre após doze anos, com reformas e um acervo digitalizado na plataforma Tainacan, promovendo a cultura indígena e atraindo turistas. A iniciativa visa fortalecer a identidade cultural e as relações entre indígenas e visitantes.

A Cisco e o Senac-PA oferecem quinhentas vagas para cursos gratuitos em TI, visando atender à demanda da COP 30 em Belém. As aulas começam em julho, promovendo a empregabilidade na Amazônia.

A presidente da Anadep, Fernanda Fernandes, destacou a campanha Justiça Climática, que conecta direitos humanos e meio ambiente, em entrevista sobre o acesso à Justiça no Brasil, que abrange apenas 52% das comarcas.

Tetê Espíndola, famosa por "Escrito nas estrelas", se apresentará no Festival Jardim Sonoro, explorando sua musicalidade e projetos de ecologia sonora, além de participar da Flip sobre conservação da natureza.

O Distrito Federal, com mais de 87 mil pessoas LGBT, se prepara para a maior Parada do Orgulho da história, marcada para amanhã, 6 de julho, no Congresso Nacional, com transporte público gratuito e atrações nacionais.