Pesquisas recentes destacam que diferenças na marcha, como andar devagar ou com passos largos, são características relevantes no diagnóstico do autismo, refletindo um funcionamento cerebral atípico. Essas alterações motoras, ligadas ao desenvolvimento neurológico, podem impactar a qualidade de vida e exigem compreensão, não correção.

Pesquisas recentes revelam que as diferenças na marcha, como andar na ponta dos pés ou com os pés voltados para dentro ou para fora, são características relevantes no diagnóstico do autismo. Essas alterações, reconhecidas pelo Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), refletem um funcionamento cerebral atípico. Estudos indicam que indivíduos autistas costumam andar mais devagar, dar passos mais largos e apresentar maior variação na velocidade e no comprimento dos passos.
Além das diferenças na marcha, muitos indivíduos com autismo enfrentam desafios físicos, como dificuldades de equilíbrio, coordenação e postura. Essas questões podem impactar a qualidade de vida e, em alguns casos, demandar apoio especializado. O entendimento das causas dessas alterações motoras está ligado ao desenvolvimento neurológico, especialmente em áreas do cérebro responsáveis pela coordenação dos movimentos.
Pesquisadores identificam que as diferenças na marcha não são um sinal de atraso, mas sim uma manifestação de um funcionamento cerebral distinto e persistente. À medida que as necessidades de suporte da pessoa autista se tornam mais complexas, as alterações na marcha podem se tornar mais evidentes. Em muitos casos, essas mudanças não necessitam de correção, mas sim de compreensão e aceitação.
Intervenções são recomendadas apenas quando há impacto funcional, como aumento do risco de quedas ou dores musculares. Programas que incentivam a atividade física em ambientes escolares e comunitários têm mostrado resultados positivos em diversos países, incluindo a Austrália. Essas iniciativas promovem não apenas o desenvolvimento motor, mas também habilidades sociais e autorregulação emocional, especialmente em crianças.
O modelo de cuidado ideal valoriza a autonomia das pessoas autistas, evitando tentativas de "normalizar" seus movimentos. Reconhecer e respeitar as diferentes formas de se movimentar e interagir é essencial para construir uma sociedade mais inclusiva. Essa abordagem permite que as singularidades de cada indivíduo sejam valorizadas e compreendidas.
Em situações como essa, a união da sociedade civil pode fazer a diferença. Projetos que promovem a inclusão e o apoio a pessoas autistas devem ser incentivados, pois podem transformar vidas e proporcionar um ambiente mais acolhedor e respeitoso para todos.

Cuidadores de pessoas com demência no Brasil são, em sua maioria, mulheres, enfrentando exaustão emocional e falta de apoio. Apenas 183 centros-dia atendem essa demanda crescente. É urgente a ação do governo.

Anna Muylaert, cineasta brasileira, grava "Geni e o Zepelim" no Acre e se prepara para lançar "A Melhor Mãe do Mundo", que aborda a luta de uma catadora de lixo em São Paulo contra a violência doméstica.

Diretora da Escola Municipal São Miguel, em Santarém (PA), é acusada de racismo institucional contra alunos indígenas Munduruku. O MPF pede seu afastamento e investiga comportamentos discriminatórios.

Mulheres dominam o mercado de influenciadores digitais no Brasil, mas enfrentam desigualdade salarial. Pesquisa revela que, apesar de 87% dos criadores serem mulheres, elas ganham em média 20% menos que os homens. A disparidade é acentuada por estigmas de gênero e a predominância masculina em cargos de gestão.

Pesquisas recentes sugerem que o café pode proteger o cérebro contra a doença de Parkinson, que afeta mais de 200 mil brasileiros, apresentando sintomas como perda do olfato e rigidez muscular. O diagnóstico precoce é crucial para um tratamento eficaz.

O Distrito Federal, com mais de 87 mil pessoas LGBT, se prepara para a maior Parada do Orgulho da história, marcada para amanhã, 6 de julho, no Congresso Nacional, com transporte público gratuito e atrações nacionais.