O projeto Circo na Escola Chicão oferece oficinas gratuitas de circo, música, dança e teatro para jovens do Distrito Federal, promovendo inclusão social e desenvolvimento artístico. As atividades começam em 6 de agosto e vão até novembro de 2025, com foco na formação de plateia e geração de renda. As inscrições estão abertas para jovens a partir de 15 anos.

O projeto cultural Circo na Escola Chicão será lançado em São Sebastião, com o objetivo de oferecer oficinas gratuitas de circo, música, dança e teatro. A iniciativa, que começa em 6 de agosto e se estende até novembro de 2025, é voltada para jovens do Distrito Federal, especialmente aqueles que frequentam o CED São Francisco, conhecido como “Chicão”. As atividades são destinadas a jovens a partir de 15 anos e ocorrerão às quartas e quintas-feiras, das 19h às 22h.
O projeto, idealizado pelo artista e educador Marco Aurélio Feresin Júnior, conhecido como Tapioca, busca não apenas o aprendizado técnico, mas também a inclusão social. Com cerca de 100 horas de atividades práticas ao longo de quatro edições, os participantes terão a oportunidade de desenvolver seus talentos e ampliar suas perspectivas de futuro.
Além de promover o acesso à cultura, o Circo na Escola Chicão visa fortalecer os vínculos comunitários e incentivar o empreendedorismo cultural. Os jovens serão capacitados para atuar em eventos, espetáculos e projetos artísticos, tanto dentro quanto fora do ambiente escolar. Essa abordagem busca criar uma nova geração de artistas e cidadãos engajados.
As inscrições para as oficinas são limitadas e já estão abertas. Os interessados podem se inscrever através do WhatsApp ou pelo Instagram oficial do projeto. Essa é uma oportunidade valiosa para os jovens que desejam explorar suas habilidades artísticas e se conectar com a comunidade.
O projeto também destaca a importância da formação de plateia, um aspecto fundamental para o desenvolvimento cultural da região. Ao incentivar a participação dos jovens, a iniciativa contribui para a construção de um público mais consciente e engajado nas artes.
Iniciativas como essa merecem ser apoiadas e estimuladas pela sociedade civil. A união em torno de projetos culturais pode transformar a realidade de muitos jovens, proporcionando a eles novas oportunidades e um futuro mais promissor.

O Festival Mais Direitos Humanos, parte da Conferência Ethos, promoveu debates sobre desigualdade social e responsabilidade corporativa em São Paulo, com inscrição gratuita e parceria com a cozinha solidária da Ocupação 9 de Julho.

O think tank Esfera Brasil lançará um manifesto em Brasília para promover políticas públicas que assegurem acesso universal ao tratamento do câncer de mama, com a presença de ministros e líderes nacionais. O documento visa mobilizar esforços em torno da prevenção e cuidado da doença, que causou a morte de 173.690 mulheres entre 2014 e 2023, com um aumento de 38% nos óbitos apenas em 2023.

Neste domingo, a Praça Saens Peña na Tijuca será transformada em um cinema a céu aberto com o Circuito Faz na Praça, promovendo cultura local com música ao vivo e o documentário "Noel Rosa – Um espírito circulante". O evento, gratuito, visa revitalizar a memória cultural do bairro, que já teve mais de 14 cinemas de rua, mas atualmente não conta com nenhuma sala em funcionamento. A iniciativa é do coletivo cultural Faz na Praça, em parceria com a Tijuca Filmes, e busca trazer diversidade de filmes e visibilidade a artistas locais.

Fumel impulsiona a fruticultura em Cachoeiras de Macacu com projeto que capacita 13 pequenos produtores. Michelin e Volkswagen promovem inclusão e formação profissional, impactando milhares.

Helena Monteiro da Costa, última herdeira de um escravizado do século 19, ganhou reconhecimento aos 100 anos com a mudança do nome de uma travessa para Anísio José da Costa, homenageando seu pai.

O Museu da Justiça, no Centro do Rio de Janeiro, inicia em julho a revitalização com salas interativas da SuperUber, destacando códigos antigos e casos marcantes da Justiça brasileira. A nova exposição traz histórias de Luiz Gama e Inês Etienne Romeu, promovendo uma reflexão sobre a evolução da Justiça no Brasil.