Com a contagem regressiva para a COP 30 em Belém, o governo do Pará, sob a liderança de Helder Barbalho, destaca quase 40 obras em andamento, incluindo novos ônibus, hotéis e um porto inovador. As melhorias visam transformar a cidade, gerar empregos e acabar com alagamentos, promovendo a bioeconomia e a qualidade de vida.

Com a contagem regressiva para a COP 30, que ocorrerá de 10 a 21 de novembro em Belém, o governo do Pará, sob a liderança de Helder Barbalho, anunciou diversas melhorias na infraestrutura da cidade. Faltando cem dias para o evento, quase quarenta empreendimentos estão em andamento, com obras que já ultrapassam noventa por cento de execução. Belém se prepara para receber novas avenidas, uma frota de quinhentos e sessenta e cinco novos ônibus, dez hotéis que oferecerão dois mil leitos de alto padrão e um porto que permitirá a chegada de navios de cruzeiro diretamente na cidade.
O governador destacou que um dos principais legados da COP 30 será a transformação de Belém e a melhoria da qualidade de vida da população. As obras de saneamento visam eliminar alagamentos em áreas vulneráveis, enquanto espaços culturais e de inovação buscam reposicionar a cidade no mapa e fortalecer a Amazônia. Além disso, essas iniciativas devem gerar milhares de empregos diretos e indiretos.
A entrega do Porto Futuro II marca o início da contagem regressiva. Este espaço abrigará o Museu das Amazônias, o Museu da Caixa e um parque de inovação, com conclusão de noventa e três vírgula cinquenta e sete por cento. O projeto inclui o primeiro centro de bioeconomia da Amazônia, inspirado no Vale do Silício, mas focado na economia verde.
O Parque da Cidade, que será a principal sede do evento, está com noventa e três vírgula três por cento das obras finalizadas. Desde sua abertura ao público em julho, o parque já recebeu mais de quinhentos mil visitantes, consolidando-se como um dos principais pontos de lazer da capital paraense.
As obras de macrodrenagem também avançam em canais como Gentil (noventa e oito por cento), Nova Tamandaré (oitenta e oito por cento), Marambaia (oitenta e sete por cento) e Parque Linear Doca (noventa e três por cento), beneficiando mais de quinhentos mil moradores de áreas historicamente afetadas por alagamentos. No setor de mobilidade, três viadutos já foram entregues e um quarto está oitenta por cento concluído.
O BRT Metropolitano, com oitenta e cinco por cento de execução, será operado por ônibus a diesel modelo Euro 6, que emitem quinze vezes menos carbono que os atuais, além de veículos elétricos, que não produzem emissões de gases do efeito estufa. As obras de mobilidade e saneamento beneficiarão mais de dois milhões de pessoas. Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença, apoiando iniciativas que visem a melhoria da infraestrutura e a qualidade de vida na região.

A Petrobras alcança um marco histórico com cinco mulheres em sua diretoria, lideradas por Magda Chambriard. A nova diretora de transição energética, Angélica Laureano, enfrenta o desafio de equilibrar a exploração de petróleo com a transição para energias limpas.

O programa Caminhos da Inclusão, em Minas Gerais, facilita a venda de produtos da agricultura familiar na Ceasa, beneficiando pequenos produtores e promovendo a regularização sanitária. A iniciativa já cadastrou mais de cem agricultores e visa aumentar o acesso a mercados, melhorando a saúde e a sustentabilidade.

O projeto 1KG de Rock, com apoio do deputado Ricardo Vale, promove palestras e oficinas em escolas do DF, visando fortalecer a identidade cultural e o pensamento crítico dos jovens por meio do rock.

Maitê Gadelha, médica brasileira, destaca-se no mestrado em Saúde Pública na Universidade de Edimburgo, onde analisa o SUS como modelo global de saúde. Ela propõe que o Brasil ensine ao mundo sobre saúde comunitária e universalidade.

A Fundação Athos Bulcão conquistou um terreno de 1.225 m² para sua sede definitiva em Brasília, após 16 anos de luta. O projeto, orçado entre R$ 8 milhões e R$ 10 milhões, busca apoio financeiro.

A revisão da Lei de Cotas em 2023 ampliou o acesso de estudantes quilombolas e priorizou cotistas vulneráveis, refletindo mudanças significativas na inclusão no ensino superior. A presença de grupos historicamente excluídos aumentou, com desempenho similar ao de não cotistas, embora a discriminação persista.