A Secretaria de Saúde (SES-DF) readequou o box de emergência do Hospital da Região Leste (HRL) para aumentar segurança e conforto, com melhorias na estrutura e manutenção. A superintendente Malu Castelo Branco destacou que as intervenções são essenciais para um atendimento mais humanizado.

O Hospital da Região Leste (HRL) passou por readequações significativas em seu box de emergência, com o intuito de aprimorar a qualidade da estrutura física e proporcionar mais segurança e conforto para pacientes e profissionais. As intervenções foram realizadas pela Secretaria de Saúde (SES-DF) e incluem a recuperação do teto, pintura das paredes, fechamento de janelas, reforço da iluminação e a troca do bate-macas, um sistema de proteção que evita danos às paredes.
O novo espaço já está em funcionamento e conta com sete leitos, sendo um deles destinado ao isolamento. Apesar de a capacidade total de leitos ter sido mantida, as melhorias representam um avanço importante na qualidade do atendimento no setor de emergência. A necessidade de tais intervenções foi identificada durante uma vistoria técnica que avaliou as condições do hospital.
A superintendente da Região Leste, Malu Castelo Branco, destacou a importância dessas readequações para garantir um cuidado mais humanizado e eficiente. “Esses ajustes no box de emergência fazem parte de um conjunto de readequações e manutenções necessárias no HRL para garantir melhor segurança e qualidade nas dependências do hospital”, afirmou.
Além das melhorias já realizadas, a superintendente mencionou que outras áreas do hospital também receberão intervenções nos próximos meses. As obras incluirão a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e o segundo andar, com foco na adaptação de espaços e ampliação do número de leitos de enfermaria.
Essas ações visam não apenas a melhoria das condições físicas do hospital, mas também a promoção de um ambiente mais seguro e acolhedor para todos os usuários e profissionais de saúde. A readequação do box de emergência é um passo importante para a modernização do HRL, que busca atender melhor a população da região.
Iniciativas como essas são fundamentais e podem ser impulsionadas pela sociedade civil. A união em torno de projetos que visem a melhoria das condições de saúde pode fazer uma grande diferença na vida de muitos. O apoio à saúde pública é essencial para garantir que todos tenham acesso a um atendimento de qualidade.

Neste sábado (23), o Festival Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver acontece no Rio de Janeiro, reunindo importantes figuras para discutir o legado da Marcha das Mulheres Negras de 2015. O evento, gratuito e aberto ao público, visa mobilizar um milhão de pessoas em Brasília no dia 25 de novembro, propondo um novo projeto de sociedade baseado no conceito de "Bem Viver".

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) lançou um cartão de crise para pacientes dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), visando um atendimento mais rápido e seguro em crises psíquicas. A iniciativa, que é voluntária, permite que os pacientes compartilhem informações essenciais com familiares e profissionais de saúde, promovendo autonomia e cuidado personalizado. O cartão será gerado de forma padronizada, garantindo eficiência e uniformidade em todos os Caps.

A Rádio e TV Quilombo, originária do Quilombo Rampa no Maranhão, se destaca como o primeiro meio de comunicação quilombola do Brasil, recebendo reconhecimento nacional e internacional. Com tecnologia ancestral e inovação, a iniciativa, liderada por Raimundo Leite, promove a autonomia comunicativa das comunidades quilombolas, participando de eventos globais e conquistando prêmios.

Nei Lopes, aos 83 anos, lançou o "Dicionário de direitos humanos e afins" na Flip 2025, criticando a atual lógica do carnaval e destacando a importância da convivência comunitária. Ele também trabalha em uma autobiografia e uma obra sobre religiões afro-americanas.

Aline Midlej lançou o livro "De Marte à favela", que conecta exploração espacial a projetos de combate à pobreza no Brasil, destacando a dignidade como essencial para a transformação social. A obra, coautoria de Edu Lyra, revela a complexidade das intenções dos patrocinadores e a necessidade de um olhar mais profundo sobre a realidade das comunidades carentes.

A luta contra o alcoolismo é desafiadora, mas a autora compartilha sua jornada de recuperação, destacando apoio emocional, exercícios físicos e a importância de ser gentil consigo mesmo. A experiência em Alcoólicos Anônimos foi fundamental, mostrando que a solidariedade e a compreensão são essenciais para enfrentar essa doença.