Sebastião Salgado, fotógrafo e ambientalista brasileiro, faleceu aos 81 anos, deixando um legado de empatia e esperança em suas obras, como a cobertura da Guerra do Vietnã e o genocídio em Ruanda. Sérgio Abranches, cofundador do site O Eco, destacou a importância de Salgado no Instituto Terra, onde transformou áreas áridas em florestas, e sua defesa da Amazônia. Uma perda significativa para o Brasil.
O fotógrafo e ambientalista brasileiro Sebastião Salgado faleceu na última sexta-feira, aos 81 anos. Sua trajetória foi marcada por um profundo compromisso com a empatia e a defesa do meio ambiente, conforme destacou o cientista político Sérgio Abranches. Salgado utilizou sua arte para dar voz aos que sofrem, sendo reconhecido como um "fotógrafo da esperança e do planeta".
Abranches relembrou momentos marcantes da carreira de Salgado, como sua cobertura da Guerra do Vietnã, onde sua câmera Leica foi danificada por uma explosão. O equipamento foi leiloado, e os recursos arrecadados foram destinados a projetos beneficentes. O cientista político também mencionou a cobertura do genocídio em Ruanda, que deixou Salgado "doente da alma" devido à brutalidade que presenciou.
No Brasil, Salgado foi um dos fundadores do Instituto Terra, em Minas Gerais, onde transformou uma área árida em uma floresta. Seu trabalho em defesa da Amazônia e de seus povos também foi destacado por Abranches, que o descreveu como uma "pessoa do bem". A perda de Salgado é sentida por muitos, refletindo seu impacto na fotografia e na luta ambiental.
Além de suas contribuições artísticas, Salgado inspirou ações concretas em prol do meio ambiente, mostrando que a arte pode ser uma poderosa ferramenta de mudança social. Seu legado continua a motivar iniciativas que buscam restaurar ecossistemas e apoiar comunidades vulneráveis.
O trabalho de Sebastião Salgado nos lembra da importância de agir em defesa do planeta e das pessoas que nele habitam. Sua vida e obra são um convite à reflexão sobre como podemos contribuir para um mundo mais justo e sustentável.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a encontrar esperança e apoio em projetos que promovem a recuperação ambiental e social. Cada ação conta, e juntos podemos fazer a diferença.
A Riachuelo lançou uma coleção de camisetas sustentáveis com passaporte digital, utilizando blockchain e inteligência artificial para garantir rastreabilidade. A iniciativa, em parceria com a Blockforce, visa promover uma moda mais ética e consciente, beneficiando agricultores locais e reduzindo emissões de carbono.
O Brasil lança o Programa de Ação Afirmativa para aumentar a presença de juízes negros na magistratura, com apoio de empresas e investimento de quase R$ 10 milhões. A iniciativa busca promover justiça e equidade racial.
A Flip homenageia Ziraldo com a ação "Pé de Livro", que apresenta uma árvore cercada por suas obras na Praça da Matriz, em Paraty, incluindo lançamentos inéditos e doações para bibliotecas locais.
A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que visa proteger crianças e adolescentes nas redes sociais, impulsionado pela repercussão de um vídeo do influenciador Felipe Bressanim Pereira. O texto estabelece regras para controle parental e cria uma agência reguladora autônoma, visando prevenir crimes como pedofilia e exploração. A proposta, que agora retorna ao Senado, recebeu apoio de diversos partidos e organizações, destacando a importância da proteção infantil no ambiente digital.
Avanços em inteligência artificial, realidade virtual e robótica estão transformando o sistema de saúde no Brasil, promovendo diagnósticos mais precisos e tratamentos personalizados, aumentando a segurança e eficiência no cuidado ao paciente.
O programa Território Hip Hop, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, investiga como as letras de rap moldam identidades de jovens negros e periféricos, destacando a influência das mensagens sobre negritude.