A Secretaria de Saúde do Distrito Federal ampliou a oferta de leitos de UTI, agora com 60 unidades disponíveis, após a contratação de mais 30 leitos no Hospital Ortopédico, totalizando R$ 66,2 milhões. Essa ação visa atender à crescente demanda por cuidados intensivos no Sistema Único de Saúde (SUS).

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) anunciou a contratação de mais trinta leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulta no Hospital Ortopédico e de Medicina Especializada, totalizando sessenta leitos disponíveis para atender pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A publicação do extrato do contrato ocorreu no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) nesta terça-feira, 17 de junho. Essa ação visa reforçar o atendimento em um momento de crescente demanda por cuidados intensivos.
O secretário de Saúde, Juracy Cavalcante Lacerante Júnior, destacou que a medida é uma resposta à necessidade crescente de leitos de UTI. “Estamos comprometidos em fortalecer a capacidade da rede pública de saúde. As contratações têm como objetivo assegurar que todos tenham acesso ao atendimento necessário em momentos de emergência”, afirmou. O valor do contrato é de R$ 66,2 milhões, com vigência inicial de doze meses e possibilidade de prorrogação por até 120 meses.
Em junho, a SES-DF já havia contratado outros trinta leitos no Hospital Santa Lúcia Gama, somando assim um total de sessenta leitos disponíveis. Essa iniciativa faz parte de um esforço contínuo para ampliar a capacidade da rede pública e garantir atendimento adequado a pacientes em estado crítico.
Ambos os hospitais foram habilitados por meio do edital de credenciamento 5/2024, que prevê a contratação de mais de duzentas vagas de UTI adulta nos hospitais complementares. O edital também contempla a contratação de quatorze vagas de UTI Neonatal e dezessete vagas de UTI pediátrica, ampliando assim a cobertura de cuidados intensivos na região.
As contratações de outras empresas habilitadas para o restante das vagas estão previstas para ocorrer nos próximos meses, o que deve contribuir ainda mais para o fortalecimento da rede de saúde pública no Distrito Federal. A SES-DF continua a trabalhar para atender a demanda crescente e melhorar a qualidade do atendimento aos pacientes.
Nessa situação, a união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que visem melhorar a infraestrutura de saúde e garantir que todos tenham acesso a cuidados adequados. Projetos que promovam a solidariedade e o apoio a instituições de saúde podem fazer a diferença na vida de muitos que necessitam de atendimento especializado.

Caminhadas supervisionadas por fisioterapeutas são mais eficazes que repouso total para aliviar a dor lombar, segundo estudo de três anos publicado na revista The Lancet.

A SES-DF reforça a importância do rastreamento precoce do câncer colorretal, com exames e palestras, visando reduzir os cerca de 710 novos casos anuais na região. Medidas simples podem evitar até 40% dos casos.

Estudo sul-coreano revela que níveis adequados de colesterol LDL, especialmente com estatinas, podem reduzir o risco de demência. Pesquisadores destacam efeitos neuroprotetores desses medicamentos.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) lançou a versão em português do aplicativo hearWHO, que avalia a audição, com apoio de universidades brasileiras e instituições de saúde. A ferramenta permite triagem auditiva gratuita e acessível, essencial para a detecção precoce de perdas auditivas, facilitando o encaminhamento para tratamento adequado.

Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, acredita que Brasil pode liderar globalmente no combate ao câncer, destacando a colaboração entre setores e a importância da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer.

O Brasil introduziu o HIFU, um tratamento não invasivo que reduz em até 70% os tremores de Parkinson imediatamente após a aplicação, representando um avanço significativo na terapia. O Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, é pioneiro na oferta dessa tecnologia, que já é utilizada em outros países. O procedimento, realizado com o paciente acordado e sem anestesia geral, utiliza ultrassom focado para destruir áreas do cérebro responsáveis pelos tremores. A seleção dos pacientes é criteriosa, considerando possíveis contraindicações.