Caminhadas supervisionadas por fisioterapeutas são mais eficazes que repouso total para aliviar a dor lombar, segundo estudo de três anos publicado na revista The Lancet.

A dor nas costas é uma condição que afeta muitos adultos e, tradicionalmente, o repouso era visto como a melhor solução. No entanto, novas pesquisas indicam que a prática de caminhadas regulares, supervisionadas por fisioterapeutas, pode ser mais eficaz no alívio da dor lombar. Um estudo publicado na revista The Lancet acompanhou adultos com dor nas costas ao longo de três anos, revelando resultados significativos.
No experimento, os participantes foram divididos em dois grupos: um seguiu uma rotina de caminhadas de pelo menos trinta minutos, cinco vezes por semana, enquanto o outro não recebeu intervenção. Os resultados mostraram que aqueles que se mantiveram ativos apresentaram melhorias notáveis na dor lombar. O professor Mark Hancock, da Universidade Macquarie, destacou a importância do conhecimento sobre como e por que se exercitar.
A caminhada não apenas ajuda a aliviar a dor, mas também ativa os músculos que estabilizam a coluna e o core, que é o centro de força do corpo. Um core fortalecido é essencial para evitar desequilíbrios e fadiga, que podem resultar em mais dor. O estudo também revelou que até setenta por cento das pessoas que já tiveram dor nas costas podem sofrer novos episódios em menos de um ano.
Além de aliviar a dor, caminhar traz uma série de benefícios à saúde, como melhora na circulação, controle de peso e redução do risco de doenças crônicas. A prática regular de caminhadas também contribui para o bem-estar mental e emocional, tornando-se um hábito simples, mas com impactos significativos na qualidade de vida.
É importante ressaltar que nem toda dor nas costas deve ser tratada apenas com caminhadas. Sinais de alerta, como dor intensa e persistente, dormência, fraqueza nas pernas ou dificuldades para controlar o intestino ou bexiga, exigem atenção médica imediata. Nesses casos, a consulta a um profissional de saúde é fundamental.
Iniciativas que promovem a saúde e o bem-estar, como programas de caminhada, merecem apoio da sociedade. A união em torno de projetos que incentivem a atividade física pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas que sofrem com dores nas costas e buscam alternativas para melhorar sua qualidade de vida.

Jovem enfrenta febre e dores articulares há 50 dias, com perda de 15 quilos, e necessita de biópsia da medula óssea e transferência para hematologia, mas enfrenta obstáculos no SUS que atrasam seu tratamento.

Neste sábado (12), celebramos o Dia do Médico Obstetra e o Dia Nacional do Enfermeiro Obstetra, destacando a atuação essencial desses profissionais no cuidado de gestantes e bebês. O Hospital Regional de Santa Maria, único no DF com linha de cuidado obstétrico, realizou 954 partos nos primeiros meses de 2025, com 50% cesáreas, priorizando um atendimento humanizado.

Fernando Scherer, o ex-nadador olímpico conhecido como "Xuxa", revelou em entrevista à revista GQ suas lutas contra vícios em álcool e pornografia, destacando sua superação por meio de terapia e meditação. Ele agora compartilha experiências sobre saúde mental nas redes sociais, incentivando outros a falarem sobre seus desafios.

Mães em período de lactação podem sofrer com a nova "síndrome geniturinária da lactação", que apresenta sintomas semelhantes à menopausa, mas é frequentemente ignorada. A pesquisa destaca a urgência de tratamento e conscientização.

Pesquisadores da USP criaram um leite fermentado probiótico com suco de cranberry, que pode ajudar a prevenir infecções urinárias, um problema de saúde global que afeta milhões. O produto mostrou boa aceitação e eficácia em manter probióticos.

Níveis elevados de glicose, especialmente o delta glicêmico, são indicativos de pior prognóstico em pacientes com infarto agudo do miocárdio, segundo pesquisa de cientistas brasileiros. O estudo, que envolveu 244 pacientes, revela que a variabilidade glicêmica está ligada ao tamanho do infarto e à fração de ejeção do ventrículo esquerdo, crucial para a função cardíaca. Os pesquisadores destacam a importância do delta glicêmico como biomarcador acessível, sugerindo que pacientes com valores mais altos necessitam de intervenções específicas para melhorar o prognóstico.