O governo federal lançou o programa “Agora Tem Especialidades”, permitindo que hospitais privados e filantrópicos troquem dívidas tributárias por atendimento ao SUS, visando reduzir filas e melhorar o acesso à saúde.

O governo federal lançou, no dia 24 de outubro, o programa “Agora Tem Especialidades”, que permite a hospitais privados e filantrópicos trocarem dívidas tributárias com a União por atendimento ao Sistema Único de Saúde (SUS). A iniciativa visa reduzir o tempo de espera para consultas e procedimentos em áreas prioritárias, um problema histórico da saúde pública no Brasil.
A medida faz parte de um esforço do governo Lula para melhorar o acesso a especialistas no SUS, que frequentemente enfrenta longas filas e dificuldades para os pacientes. O programa busca transformar essa realidade, oferecendo uma alternativa viável para os hospitais que enfrentam dificuldades financeiras.
O funcionamento do programa envolve a compensação de dívidas tributárias em troca de serviços prestados ao SUS. Assim, os hospitais poderão atender a população, contribuindo para a diminuição das filas e melhorando a qualidade do atendimento em saúde.
As expectativas em torno do “Agora Tem Especialidades” são altas. O governo espera que a medida não apenas reduza o tempo de espera, mas também melhore a qualidade do atendimento em áreas críticas, como cardiologia e ortopedia. Essa mudança pode beneficiar milhares de brasileiros que dependem do SUS para cuidados médicos.
Entretanto, a implementação do programa ainda enfrenta desafios. É fundamental que haja um acompanhamento rigoroso para garantir que os atendimentos sejam realizados de forma eficaz e que a população realmente sinta os benefícios dessa nova abordagem.
Nesta situação, a união da sociedade civil pode fazer a diferença. Projetos que visem apoiar a saúde pública e a melhoria do atendimento podem ser fundamentais para garantir que todos tenham acesso a cuidados médicos de qualidade. A mobilização em torno de causas sociais é essencial para transformar a realidade da saúde no Brasil.

O Sesc FestClown 2025 traz mais de 30 apresentações gratuitas de palhaçaria ao Distrito Federal, incluindo visitas a hospitais e um circo na Asa Norte, promovendo alegria e cultura. Artistas como Kika de Moraes e a Excêntrica Família Firula se destacam, oferecendo oficinas e performances. O festival visa democratizar o acesso à arte circense, levando momentos de descontração a pacientes e profissionais de saúde em diversas instituições.

Niterói promove a sexta Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres nos dias 19 e 20, com foco em igualdade e oportunidades. O evento, organizado pela Secretaria da Mulher, contará com seis eixos temáticos e grupos de trabalho.

Grupo de 12 pessoas em situação de rua foi levado de Cabo Frio (RJ) a Linhares (ES) com promessas de emprego, mas ao chegarem, não havia trabalho. Investigação apura improbidade administrativa.

O cinema brasileiro se destaca com a estreia de "A Melhor Mãe do Mundo", de Anna Muylaert, em 7 de agosto. A trama, protagonizada por Shirley Cruz e Seu Jorge, aborda a luta contra a violência doméstica. Shirley, que já enfrentou essa realidade, se preparou intensamente para o papel, convivendo com catadoras de lixo e realizando treinamento físico. O filme promete inspirar mulheres a denunciarem abusos e buscar liberdade.

Cidades brasileiras com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) enfrentam escassez de recursos, com 15 das 20 mais pobres sem emendas parlamentares no último ano, evidenciando desigualdade no repasse de verbas.

O documentário "É dia de festival" será exibido gratuitamente em Santo André no dia 17 de junho, às 19h, seguido de uma mesa-redonda sobre futebol, cidadania e comunidade. A produção destaca a importância cultural de times de várzea e promove a troca de experiências entre os participantes.