A segunda parcela do programa Pé-de-Meia será paga a alunos do ensino médio regular até 30 de abril. O incentivo, que visa combater a evasão escolar, é de R$ 1.800, dividido em nove parcelas de R$ 200, condicionado a 80% de frequência. Estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) também receberão entre 23 e 30 de abril, com pagamentos de R$ 900 em quatro parcelas. O programa busca promover igualdade no acesso à educação e ao mercado de trabalho.

A segunda parcela do programa Pé-de-Meia será paga a partir de hoje aos alunos do ensino médio regular, com depósitos programados até o dia 30 de abril. O primeiro pagamento do programa foi referente à matrícula, e agora os valores estão vinculados ao incentivo por frequência. O total do incentivo é de R$ 1.800, dividido em nove parcelas de R$ 200, com base na data de nascimento do estudante. Para receber o benefício, os alunos devem comprovar uma frequência mínima mensal de 80%.
O programa visa oferecer suporte financeiro a estudantes de baixa renda matriculados em escolas públicas, abrangendo todas as modalidades de ensino. Os beneficiários devem estar inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Entre os objetivos do programa estão o combate à evasão escolar e a promoção da igualdade no acesso à educação superior e ao mercado de trabalho.
Além do incentivo por frequência, o programa também contempla um benefício de conclusão, no valor de R$ 1,2 mil, que é pago quando o aluno é aprovado e realiza o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os alunos elegíveis podem receber um total de R$ 9.200 ao longo do programa, que inclui os pagamentos referentes à matrícula e à conclusão.
Os estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) que ingressaram no primeiro semestre deste ano também receberão a segunda parcela entre os dias 23 e 30 de abril. Este pagamento, no valor de R$ 900, será dividido em quatro parcelas de R$ 225, com base na data de nascimento do aluno. O incentivo de conclusão para esses estudantes pode ser acumulado em até três parcelas de R$ 1.000, dependendo do cumprimento dos requisitos para a certificação de conclusão do ensino médio.
Os alunos com idade entre 19 e 24 anos, que pertencem a famílias inscritas no CadÚnico e cuja renda per capita seja de até meio salário mínimo, podem se qualificar para o programa. É importante ressaltar que os estudantes que migrarem do ensino regular para a EJA não poderão receber o incentivo de conclusão das séries do ensino regular.
Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de muitos jovens que buscam concluir seus estudos e ter acesso a melhores oportunidades. Projetos que visam apoiar esses estudantes devem ser incentivados, pois podem contribuir significativamente para a redução da desigualdade e para o fortalecimento da educação no país.

Grupo Boticário abre inscrições para a 5ª edição do Programa Desenvolve, oferecendo cursos gratuitos em tecnologia até 14 de abril de 2025, focando em grupos sub-representados. A expectativa é capacitar 20 mil pessoas em situação de vulnerabilidade social.

O Brasil ainda enfrenta sérios problemas educacionais, com trinta por cento da população adulta sendo analfabeta funcional e 68 milhões sem concluir a educação básica. A situação exige ações imediatas.

Instituto Atlântico oferece sete cursos gratuitos em tecnologia com 424 vagas. Inscrições até 4 de maio. O Instituto Atlântico abre inscrições para cursos remotos em tecnologia, visando capacitar universitários e profissionais. As aulas, que começam em sete de junho e vão até 26 de julho, incluem formações em áreas como Ciência de Dados e Desenvolvimento Full Stack. Os interessados devem se inscrever até 4 de maio e passar por um teste de aptidão. Além disso, há vagas afirmativas para grupos sub-representados.

A Fundação Estudar estendeu as inscrições para o Programa de Bolsas Líderes Estudar até 18 de abril, oferecendo 15 bolsas na área de tecnologia. A iniciativa visa formar profissionais qualificados em um setor em alta demanda.

Educação matemática no Brasil passa por transformação com foco na descoberta e criatividade. Iniciativas buscam melhorar o ensino, reduzindo desigualdades e aumentando a compreensão.

Médico geneticista Zan Mustacchi desmistifica a hipersexualidade em pessoas com síndrome de Down, enfatizando a falta de percepção social sobre comportamentos íntimos e a importância da educação sexual desde a infância.