O podcast Mundaréu lançou a série “Conexão”, apresentada por adolescentes de escolas públicas de Campinas, abordando temas como invisibilidade e tecnologias. A iniciativa é parte de um projeto de iniciação científica e visa explorar o uso da internet por jovens.

O podcast Mundaréu, conhecido por sua abordagem em divulgação científica, lançou a série “Conexão” entre os dias 28 de julho e 1º de agosto. Apresentada por adolescentes de escolas públicas de Campinas, a série é resultado de um projeto de iniciação científica vinculado ao Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Universidade Estadual de Campinas (Labjor-Unicamp). A série conta com cinco episódios que exploram temas como invisibilidade e tecnologias.
Os adolescentes participantes do projeto conversam com pesquisadores e estudantes sobre questões contemporâneas. Os episódios abordam temas como “Tecnologias ancestrais”, “Invisibilidade: algoritmos”, “Simulação: cronicamente online”, “Miniatura vs gigante: tecnologias na escola” e “Informação: tecnologias comunitárias”. Essa iniciativa visa aprofundar a compreensão dos jovens sobre o uso da internet e suas implicações sociais.
A produção da série “Conexão” é parte da pesquisa “Acessos e usos da internet por adolescentes”, desenvolvida pelos alunos do projeto de iniciação científica. A série busca não apenas informar, mas também engajar os jovens em discussões relevantes sobre tecnologia e sociedade. A coordenação do projeto é realizada por Daniela Manica e Soraya Fleischer, em parceria com o Departamento de Antropologia da Universidade de Brasília (DAn-UnB).
O podcast Mundaréu é uma plataforma que promove a ciência e a tecnologia de forma acessível, especialmente para o público jovem. A série “Conexão” destaca a importância da participação dos adolescentes em discussões científicas, permitindo que suas vozes sejam ouvidas em temas que afetam suas vidas cotidianas. A iniciativa é financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).
Os episódios da série podem ser escutados e baixados diretamente no site do Mundaréu, oferecendo uma oportunidade valiosa para que mais pessoas conheçam e se envolvam com a ciência. A série não apenas educa, mas também inspira os jovens a se tornarem agentes de mudança em suas comunidades, promovendo um diálogo sobre a tecnologia e suas implicações.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois promovem a educação e a conscientização sobre temas relevantes. A união em torno de projetos que valorizam a voz dos jovens pode impactar positivamente a formação de uma sociedade mais informada e participativa.

Mônica Pinto, do Unicef Brasil, enfatizou a necessidade de participação popular e condições adequadas para alcançar as metas do Plano Nacional de Educação, que será atualizado em 2026. A desvalorização do professor e o uso da tecnologia foram criticados, destacando a falta de prioridades nas políticas públicas.
No Dia da Matemática, especialistas alertam que 51% dos alunos do 4º ano no Brasil não têm proficiência básica, evidenciando a urgência em melhorar a formação docente e as condições de ensino.

Professor da UFMG, Adriano Machado, discute o uso ético da inteligência artificial na educação após usar IA para escrever uma carta romântica. A Comissão Permanente de IA da universidade busca diretrizes para sua integração.

A Semana do Estudo e Leitura 2025, em São Paulo, ocorrerá de 5 a 9 de maio com o tema "Todas as Vozes, Todas as Histórias". O evento, que promove a inclusão cultural, contará com a presença de Sérgio Vaz e Tati Oliveira na abertura, além de diversas atividades gratuitas. A 14ª edição da Semana do Estudo e Leitura, que integra o calendário oficial da cidade desde 2009, busca proporcionar experiências de leitura e cultura, especialmente para estudantes de escolas públicas. A abertura será no Theatro Municipal, com a expectativa de reunir mais de mil alunos, professores e bibliotecários. Sérgio Vaz, conhecido por sua luta pela inclusão cultural, e Tati Oliveira estarão entre os destaques do evento, que também contará com apresentações de orquestra, ballet e teatro.

O Brasil avançou na alfabetização infantil em 2024, com 59,2% das crianças do segundo ano do ensino fundamental alfabetizadas, apesar de não atingir a meta de 60%. A tragédia climática no Rio Grande do Sul afetou os resultados, reduzindo a taxa no estado de 63,4% para 44,7%. O Ministério da Educação destaca que, sem essa queda, o país teria superado a meta. A avaliação, que abrangeu mais de 2 milhões de estudantes, será repetida entre outubro e novembro, com nova meta de 64%.

Defensoria Pública de SP lança Carta Nacional de Acesso à Justiça com foco em gênero e raça. A iniciativa busca garantir a inclusão e participação das mulheres no sistema de Justiça, promovendo mudanças permanentes.