Na quinta-feira (10), o governo brasileiro regulamentará o IPI Verde e lançará o Carro Sustentável, com alíquota zero de IPI para veículos mais acessíveis e menos poluentes. A cerimônia contará com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice, Geraldo Alckmin. O IPI Verde ajustará a tributação de acordo com as emissões e segurança dos veículos, enquanto o Carro Sustentável beneficiará modelos compactos fabricados no Brasil. A expectativa é que essa redução tributária traga descontos significativos aos consumidores.

Na quinta-feira, dia dez de agosto, o governo brasileiro regulamentará o IPI Verde, uma nova fórmula de cálculo do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos. O evento ocorrerá às 15h no Palácio do Planalto, com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do vice-presidente, Geraldo Alckmin, que também é ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio. A regulamentação faz parte do programa Mobilidade Verde e Inovação (Mover), que busca modernizar a tributação de veículos com foco em sustentabilidade.
O IPI Verde ajustará a carga tributária de acordo com as emissões de poluentes e a segurança dos veículos. Os automóveis que apresentarem melhor desempenho ambiental receberão uma pontuação que resultará em uma redução do imposto. Em contrapartida, os veículos mais poluentes terão um aumento na carga tributária. Essa nova abordagem se aplica tanto a carros fabricados no Brasil quanto aos importados.
Além da regulamentação do IPI Verde, será lançado o programa Carro Sustentável, que permitirá alíquota zero de IPI para veículos mais acessíveis e menos poluentes, desde que sejam fabricados no Brasil. Modelos como Onix, Argo, Cronos, Mobi, HB20 e Kwid estão entre os contemplados, enquanto carros 1.0 turbo não se qualificam. Atualmente, as alíquotas de IPI para esses veículos variam entre 5,27% e 10%.
A expectativa é que os fabricantes repassem aos consumidores os descontos proporcionados pela redução tributária. O Carro Sustentável beneficiará tanto pessoas físicas quanto jurídicas, incluindo locadoras de veículos. Diferentemente de programas anteriores, não haverá limite de preços para os veículos que se enquadrarem nos critérios estabelecidos.
Com o IPI Verde, o programa Mover busca alinhar a tributação dos veículos a uma nova realidade global. Anteriormente, os tributos eram baseados na potência dos motores, e as emissões eram medidas apenas pelos gases eliminados pelo escapamento. Agora, a contagem das emissões começará na origem da energia que move o veículo, considerando aspectos como a produção de combustível.
Futuramente, o governo planeja uma regulamentação ainda mais abrangente, que levará em conta todo o ciclo de vida do veículo, desde a fabricação até a destinação final. Essa iniciativa representa uma oportunidade para a sociedade civil se mobilizar em prol da sustentabilidade e da inovação no setor automotivo, promovendo projetos que ajudem a transformar essa realidade em benefício de todos.

O governo de São Paulo leiloará a concessão do sistema de travessias hidroviárias, com investimentos de R$ 1,4 bilhão em 20 anos, visando modernização e frota elétrica. A secretária Natália Resende destaca que a iniciativa busca eficiência, conforto e melhorias ambientais.

Um estudo recente aponta que uma nova tecnologia de captura de carbono pode reduzir em até setenta por cento as emissões de indústrias pesadas, representando um avanço crucial na luta contra as mudanças climáticas.

Um novo modelo chamado X DRO foi desenvolvido para otimizar a produção de hidrogênio verde, superando incertezas nas fontes de energia renovável e oferecendo soluções mais econômicas e confiáveis. O estudo, liderado por Luis Oroya da Universidade Estadual de Campinas, propõe uma abordagem robusta que considera cenários extremos, garantindo a viabilidade econômica e a continuidade operacional em sistemas complexos.

Pesquisas da Embrapa Algodão e Santa Anna Bioenergia no Brasil exploram a Agave tequilana para etanol, biomassa e alimentação animal, visando inovação e sustentabilidade no Semiárido. O projeto, que inclui parcerias com instituições mexicanas, busca otimizar o cultivo e a mecanização, contribuindo para a bioeconomia e a redução de desigualdades regionais.

A COP 30 em Belém, promovida como a "COP da floresta", enfrenta críticas por obras de R$ 7 bilhões que podem agravar o desmatamento e não resolvem problemas urbanos crônicos. Especialistas alertam para o "greenwashing" nas iniciativas.

Estudo da UFRJ revela que 90% das áreas adequadas para o boto-cinza no estuário de Sepetiba e Ilha Grande estão sob pressão de atividades humanas. A pesquisa pede ações integradas para a conservação da espécie ameaçada.