Ministros da Saúde e da Fazenda anunciaram um programa que permitirá a hospitais privados e filantrópicos trocarem dívidas por atendimentos ao SUS, visando reduzir filas a partir de 2025. A adesão é voluntária e os hospitais devem comprovar capacidade técnica.

Com o intuito de aumentar o atendimento especializado e diminuir as filas de espera no Sistema Único de Saúde (SUS), os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e da Fazenda, Fernando Haddad, anunciaram um novo programa nesta terça-feira, 24. A iniciativa permitirá que hospitais privados e filantrópicos troquem dívidas por atendimento a pacientes do SUS, integrando o programa 'Agora Tem Especialistas'. A implementação será formalizada por meio de uma Portaria Interministerial que será divulgada em breve.
A adesão ao programa será voluntária para as instituições de saúde. Para receber os créditos financeiros, os hospitais deverão negociar suas dívidas tributárias com o Ministério da Fazenda. Após essa etapa, as instituições devem solicitar a adesão ao Ministério da Saúde, que avaliará se os serviços oferecidos atendem às necessidades do SUS em suas regiões.
A avaliação será baseada em um rol de procedimentos, que inclui consultas, exames, diagnósticos, terapias e cirurgias eletivas, todos essenciais para reduzir as filas de espera. Além disso, os hospitais precisam comprovar sua capacidade técnica e operacional para prestar os serviços adequados. Uma vez aprovada a adesão, a oferta de atendimentos especializados será comunicada aos estados e municípios.
Os atendimentos na rede pública começarão em 2025, enquanto os créditos financeiros gerados poderão ser utilizados para abater dívidas tributárias a partir de 1º de janeiro de 2026. Padilha destacou que, quanto mais cirurgias, exames e consultas os hospitais realizarem, mais compensações receberão, seja na forma de créditos tributários ou na redução de dívidas fiscais.
Haddad ressaltou a relevância da medida, afirmando que ela fortalece o SUS em um momento em que os efeitos da pandemia ainda exigem atenção especial. A iniciativa busca não apenas aliviar as filas de espera, mas também garantir um atendimento mais ágil e eficiente para a população.
Essa nova abordagem pode inspirar a sociedade civil a se mobilizar em apoio a projetos que visem melhorar a saúde pública. A união em torno de causas sociais pode ser fundamental para transformar a realidade de muitos que dependem do SUS e enfrentam dificuldades no acesso a serviços de saúde.

Estudo revela que apenas 98 das 150 maiores empresas brasileiras atuaram no ODS 2, com foco em ações pontuais e falta de transparência, limitando o impacto na segurança alimentar. A pesquisa destaca a necessidade de um compromisso mais estruturado.

Claudia Alves, corretora de imóveis, transformou sua vida após o diagnóstico de Alzheimer da mãe em 2010, lançando o livro "O Bom do Alzheimer" e impactando mais de 7 mil cuidadores com seu curso digital.

A consulta pública para os Planos Setoriais de Adaptação foi prorrogada até 9 de maio, permitindo a participação da sociedade na elaboração do Plano de Redução e Gestão de Riscos e Desastres. A iniciativa, coordenada pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil e o Ministério do Meio Ambiente, visa fortalecer a resiliência das populações e a gestão integrada de riscos no Brasil.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou a Política Nacional Integrada para a Primeira Infância, criando uma caderneta digital que unificará dados de crianças de 0 a 6 anos, visando melhorar a gestão do desenvolvimento infantil. A iniciativa promete integrar áreas como saúde e educação, permitindo um acompanhamento mais eficaz das crianças e contribuindo para a redução das desigualdades sociais.

A senadora Professora Dorinha Seabra assume a liderança da bancada feminina no Senado, destacando a importância da representação feminina e a institucionalização da Procuradoria da Mulher. Ela elogiou a gestão de Leila Barros, que fortaleceu a presença feminina e conquistou avanços institucionais.

A atacante Jéssica Beiral viveu uma experiência traumática na Turquia, enfrentando escassez de alimentos e falta de pagamento, antes de retornar ao Brasil após chamar atenção nas redes sociais. A jogadora, que sonhava com uma vida melhor, viu seu contrato se transformar em pesadelo, culminando em dias sem comida e sem salário. Após apelos online, conseguiu voltar ao Brasil e agora deseja recomeçar sua carreira.