Um homem levou um sofá para o hospital onde seu pai estava internado, criticando a falta de mobiliário adequado. A prefeitura defendeu que a escassez de leitos é devido a síndromes respiratórias.

Um homem levou um sofá de casa para o Hospital Geral de Parauapebas (HGP), onde seu pai idoso estava internado após um acidente vascular cerebral (AVC). A ação ocorreu na última quarta-feira, quando o acompanhante reclamou da falta de mobiliário adequado para os pacientes. Um vídeo mostra uma cadeira deteriorada e enferrujada, utilizada para descanso, o que gerou indignação no filho do paciente.
Durante a discussão, o idoso foi acomodado no sofá trazido pelo filho, que criticou a administração municipal pela situação. O sofá foi posicionado no fundo da sala de atendimento, em um gesto de protesto contra a falta de conforto para os pacientes. A prefeitura, por sua vez, afirmou que o acompanhante desrespeitou as regras ao levar o móvel, alegando que ele ameaçou a segurança do local.
A administração municipal justificou a falta de leitos no hospital, atribuindo a situação ao aumento de casos de síndromes respiratórias. Apesar das críticas, a prefeitura garantiu que o HGP mantém um acolhimento responsável e está investindo em melhorias na infraestrutura do hospital.
Após a repercussão do incidente, o acompanhante se desculpou publicamente nas redes sociais. Ele explicou que sua intenção era ajudar o pai e expressou gratidão à equipe médica pelo atendimento recebido. A situação gerou um debate sobre as condições de atendimento e a necessidade de melhorias nos serviços de saúde.
Esse episódio destaca a importância de um ambiente hospitalar adequado e a necessidade de mobilização da sociedade para garantir melhores condições de atendimento. A falta de mobiliário apropriado e a superlotação são questões que afetam diretamente a qualidade do cuidado aos pacientes.
Nessa situação, a união da comunidade pode fazer a diferença, promovendo iniciativas que visem melhorar a infraestrutura hospitalar e o atendimento aos pacientes. Projetos que busquem arrecadar fundos para a saúde podem ser uma forma eficaz de apoiar causas essenciais e garantir que todos tenham acesso a um atendimento digno.

A Fundação Darcy Vargas (FDV) oferece cursos gratuitos sobre cultura afro-brasileira para moradores da Pequena África, visando fortalecer a identidade cultural e criar oportunidades profissionais. As inscrições vão até 15 de maio.

Brasília recebe o 33º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental, destacando inovações em saneamento, como o projeto de R$ 80 milhões na comunidade Santa Luzia. O evento reúne especialistas e autoridades para discutir soluções sustentáveis.

O Instituto Apontar, referência no desenvolvimento de jovens com altas habilidades, expande sua atuação para outras regiões do Brasil, ampliando seu impacto social na educação. A instituição, que já atende 800 jovens no Rio de Janeiro, combina educação de excelência, apoio psicossocial e experiências culturais, contando com parcerias estratégicas para sustentar seu trabalho transformador.

A violência contra idosos no Distrito Federal cresceu 68% entre 2022 e 2024, com maus-tratos e abandono sendo os principais problemas. A delegada Ângela Santos ressalta a importância da denúncia e do acolhimento humanizado.

Tecnologia avança nas forças de segurança do Distrito Federal, com sistemas como Planus e Nexus, além de drones e inteligência artificial, melhorando a identificação de foragidos e a resposta a emergências.

No Hospital de Apoio de Brasília, o voluntariado é essencial para proporcionar dignidade e conforto a pacientes em cuidados paliativos, promovendo momentos significativos até a despedida. A coordenadora Socorro Martins Lima destaca que o apoio emocional e as atividades realizadas são fundamentais para pacientes e familiares, desmistificando a ideia de que cuidados paliativos significam "deixar morrer".