O Fundo de Desenvolvimento da Infraestrutura Regional Sustentável (FDIRS) e o Governo do Rio Grande do Sul firmaram parceria para modernizar serviços de água e esgoto em 176 municípios, excluindo Porto Alegre. O projeto visa a universalização até 2033, promovendo saúde pública e sustentabilidade.

O Fundo de Desenvolvimento da Infraestrutura Regional Sustentável (FDIRS) firmou uma parceria com o Governo do Rio Grande do Sul para desenvolver um projeto de concessão que visa modernizar os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário em cento e setenta e seis municípios do estado. A assinatura do acordo ocorreu na quarta-feira, dia seis de agosto de 2025, e exclui a capital, Porto Alegre, do projeto.
O objetivo principal é alcançar a universalização dos serviços de água e esgoto até dois mil e trinta e três, conforme a nova legislação do saneamento. Essa iniciativa busca promover melhorias significativas na saúde pública, qualidade de vida e sustentabilidade ambiental nas áreas atendidas, que atualmente não contam com os serviços da Companhia Riograndense de Saneamento (CORSAN).
Com a contratação do FDIRS, o Governo do Rio Grande do Sul terá acesso a apoio técnico especializado para a execução de diversos serviços relacionados à concessão. Isso inclui a modelagem de contratação, estruturação jurídica e econômico-financeira, diagnósticos, além de suporte em consultas públicas e licitações.
O projeto prevê a seleção de um parceiro privado que será responsável pelos investimentos necessários para atender às metas estabelecidas pela nova legislação. Essa lei determina que até dois mil e trinta e três, noventa e nove por cento da população brasileira deve ter acesso a água potável e pelo menos noventa por cento deve ser atendida com coleta e tratamento de esgoto.
A nova legislação também incentiva a regionalização e a participação da iniciativa privada, permitindo que pequenos municípios se unam em consórcios para aumentar as chances de receber investimentos. Apenas instituições previamente cadastradas no Cadastro de Habilitação poderão participar do processo seletivo do FDIRS, assim como consórcios formados por essas empresas.
O FDIRS, que conta com um patrimônio de aproximadamente R$ 1 bilhão, tem como finalidade viabilizar a estruturação e o desenvolvimento de projetos de concessão e parcerias público-privadas em todo o Brasil. Projetos como esse devem ser apoiados pela sociedade civil, pois podem transformar a realidade de muitos cidadãos que ainda carecem de serviços básicos de saneamento.

O grupo "Samba Que Elas Querem" lança seu primeiro disco, "O samba que elas querem é assim", com doze faixas, incluindo homenagem a Jovelina Pérola Negra, reafirmando o protagonismo feminino no samba.

Museu do Instituto de Geociências da USP lança projeto de inclusão tátil em paleobotânica, desenvolvendo réplicas de fósseis para deficientes visuais com tecnologia 3D e parcerias especializadas. A iniciativa visa ampliar o acesso ao conhecimento científico.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional lançou o Programa Nacional de Máquinas, Equipamentos e Veículos para o Desenvolvimento Regional e Territorial – o INOVA, visando apoiar municípios com menor renda e infraestrutura. A iniciativa prioriza localidades em situação de emergência, promovendo a modernização produtiva e a redução de desigualdades. Equipamentos como tratores e caminhões serão entregues para facilitar o escoamento da produção e melhorar o acesso a serviços públicos.

A Caixa Econômica Federal e o Governo Federal renovaram o patrocínio ao Comitê Paralímpico do Brasil até 2028, com investimento de R$ 160 milhões e planos para uma universidade do esporte. A parceria, que já existe desde 2004, visa apoiar mais de 120 atletas em 18 modalidades. O projeto da universidade, que deve ser discutido com o Ministério da Educação, busca ampliar o acesso ao esporte e será apresentado em até 30 dias.

Ana Maria Gonçalves, autora de "Um Defeito de Cor", foi eleita o melhor livro da literatura brasileira do século 21 e se candidatou à Academia Brasileira de Letras, podendo fazer história como a primeira mulher negra a ingressar na instituição.

Mariangela Hungria, microbiologista da Embrapa, é a terceira brasileira a receber o Prêmio Mundial de Alimentação de 2025, reconhecendo suas inovações em biológicos que aumentam a produtividade agrícola e reduzem impactos ambientais.