O caso de Alice, uma menina brasileira autista não verbal, que aguardou 50 dias para se reunir com seu cão de companhia, inspirou a "Lei Teddy", proposta pela deputada Inês de Sousa Real. O projeto visa proibir o transporte de animais no porão de aviões, garantindo dignidade e segurança para famílias com necessidades especiais. O pai de Alice expressou esperança na aprovação da lei, ressaltando a importância de direitos para pessoas com deficiência.

O drama vivido por uma menina brasileira autista não verbal, que aguardou cinquenta dias para se reunir com seu cão de companhia em Portugal, resultou na proposta de uma nova legislação. A deputada Inês de Sousa Real, do partido Pessoas Animais e Natureza (PAN), apresentou o projeto de lei, conhecido como "Lei Teddy", que busca proibir o transporte de animais de companhia no porão de aviões. A iniciativa visa garantir dignidade e segurança no transporte aéreo para famílias que enfrentam desafios semelhantes.
Após se reunir com os pais da menina, a deputada enfatizou a importância da proposta, afirmando que os animais de companhia não devem ser tratados como mercadorias. "Votem a favor desta iniciativa, seja para que os animais de companhia não tenham que ser tratados como mercadoria, seja para que famílias como a da Alice possam viajar em segurança e com estabilidade emocional que estes casos pedem", declarou a parlamentar.
O pai da menina, Renato Sá, expressou sua esperança de que o projeto seja aprovado, ressaltando que é um direito das pessoas com deficiência. Ele acredita que a proposta beneficiará muitas famílias que enfrentam dificuldades semelhantes no transporte aéreo. "É uma necessidade, um direito das pessoas com deficiência. Eu não acredito que nenhum deputado vai ser contrário a uma iniciativa como esta", afirmou.
Teddy, o cão de companhia, chegou a Lisboa em 31 de maio, após um longo período de separação devido a problemas com a companhia aérea TAP, que impediu três tentativas de transporte até que finalmente houve a permissão para viajar junto com o treinador. A situação de Alice e Teddy chamou a atenção para a necessidade de mudanças nas políticas de transporte de animais.
A proposta da "Lei Teddy" reflete uma crescente preocupação com o bem-estar dos animais e a necessidade de garantir que eles possam viajar com suas famílias de maneira segura e digna. A iniciativa também destaca a importância de legislações que considerem as necessidades especiais de famílias que dependem de animais de companhia para suporte emocional.
Essa situação evidencia como a união da sociedade pode impactar positivamente a vida de muitos. Projetos que visam melhorar as condições de transporte para animais de companhia devem ser apoiados, pois podem fazer a diferença na vida de famílias que enfrentam desafios semelhantes. A mobilização em torno dessa causa pode trazer mudanças significativas e necessárias.

O programa Agora Tem Especialistas, do governo federal, permite que hospitais e clínicas privadas ofereçam serviços especializados ao SUS, com R$ 5,5 bilhões anuais para reduzir filas de atendimentos.

Professora da USP, Nadya Araújo Guimarães, destaca a urgência de políticas que protejam cuidadores no Brasil, especialmente mulheres negras, em colóquio sobre a "crise do cuidado".

Thaeme, da dupla Thaeme e Thiago, compartilhou no Vaca Cast suas experiências com seis perdas gestacionais e criticou a espera de três perdas para investigação médica. Ela enfatizou a importância de buscar informações desde a primeira perda.

A partir de 1º de setembro, iFood e Mottu lançam programa de aluguel de motos com descontos para motoboys, visando melhorar as condições de trabalho e aumentar a adesão no setor de delivery. A parceria oferece até R$ 350 de retorno mensal e condições especiais para novos motoristas, com o objetivo de fidelizar entregadores e enfrentar a concorrência crescente no mercado.

Festival Vale do Café, de 21 a 25 de julho, destaca a evolução de alunos com Transtorno do Espectro Autista, promovendo inclusão e cultura na região Sul Fluminense com aulas de música gratuitas.

A fibromialgia será oficialmente classificada como doença a partir de janeiro de 2026, garantindo direitos como cotas em concursos e isenção de IPI. A lei, sancionada por Luiz Inácio Lula da Silva, visa assegurar políticas públicas para os afetados.