Seis adolescentes do projeto Talentos do Capão nadaram 27 quilômetros na travessia Rose Pitonof, em Nova York, vivenciando uma experiência única e inspiradora. A iniciativa, que promove a natação em águas abertas na periferia de São Paulo, destaca-se pela formação de jovens atletas e cidadãos.

Seis adolescentes do projeto social Talentos do Capão, que promove a natação em águas abertas na represa de Guarapiranga, em São Paulo, participaram da travessia Rose Pitonof, em Nova York. Eles nadaram 27 quilômetros, começando em Manhattan e terminando em Coney Island. A travessia homenageia uma adolescente que, em 1911, fez o mesmo percurso, atraindo uma multidão de 50 mil pessoas.
O evento contou com a presença de um correspondente internacional e apoiadores do projeto. Os adolescentes, com idades entre treze e dezenove anos, foram acompanhados por treinadores e um patrocinador que viabilizou a viagem. O projeto Talentos do Capão já formou centenas de jovens nadadores, destacando-se em competições estaduais e travessias.
Os treinos são realizados na represa e em piscinas, com distâncias que podem ultrapassar seis mil metros diários. O professor de direito da Universidade de São Paulo, Flavio Yarshen, é um dos apoiadores que financia a viagem anual dos adolescentes para a travessia. Ele também criou um projeto similar em Botucatu, chamado Água Viva, que oferece aulas gratuitas de natação.
Durante a travessia, os adolescentes foram divididos em duplas e revezaram-se a cada trinta minutos. O percurso foi marcado por paisagens icônicas, como a Estátua da Liberdade e o World Trade Center. A equipe completou a travessia em cinco horas, destacando-se pela garra e determinação, características que impressionaram o correspondente internacional.
O evento não apenas proporcionou uma experiência única aos jovens, mas também reforçou a importância do projeto na formação de cidadãos. Os treinadores, André e Ana Gomes, têm como objetivo não apenas formar atletas, mas também contribuir para o desenvolvimento pessoal dos participantes. A conexão entre os adolescentes e os nadadores de Coney Island exemplificou a união que a natação pode promover.
Histórias como a dos jovens do Talentos do Capão mostram o potencial transformador do esporte. A união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovem o desenvolvimento de jovens em situação de vulnerabilidade. Projetos como esse merecem ser estimulados e valorizados, pois têm o poder de mudar vidas.

A empresa X lançou uma nova linha de produtos sustentáveis, destacando um produto inovador que é mais eficiente e acessível, além de firmar parceria com ONGs para educação ambiental.

Estudo da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica revela que 55,5% das oncologistas enfrentam discriminação de gênero, com 50% relatando assédio moral e 24% assédio sexual, evidenciando a urgência de ações para promover igualdade.

A fibromialgia será oficialmente classificada como doença a partir de janeiro de 2026, garantindo direitos como cotas em concursos e isenção de IPI. A lei, sancionada por Luiz Inácio Lula da Silva, visa assegurar políticas públicas para os afetados.

Após a viralização de um vídeo do youtuber Felipe Bressamin Pereira, conhecido como Felca, a Câmara dos Deputados recebeu oito projetos de lei para combater a exploração infantil online. O presidente da Câmara, Hugo Motta, se comprometeu a discutir urgentemente a proteção de crianças nas redes sociais.

A CPI das Bets convidou o padre Patrick Fernandes para depor sobre os impactos sociais das apostas online, após ele recusar propostas de divulgação e relatar vícios entre fiéis. A relatora, Soraya Thronicke, destacou a importância do testemunho para entender a ludopatia no Brasil e formular políticas públicas de proteção. O convite ainda precisa ser aprovado pelos membros da CPI.

Gastos com assistência social no governo Lula 3 aumentam, refletindo prioridade em políticas sociais. O governo federal destinou R$ 168,2 bilhões ao Bolsa Família e R$ 106,6 bilhões ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) em 2024, com previsão de gastos de R$ 158,6 bilhões e R$ 113,6 bilhões, respectivamente, para este ano. Essa ampliação, que representa 13% das despesas totais, é impulsionada por um aumento no número de beneficiários e reajustes acima da inflação, destacando a prioridade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em fortalecer a assistência social.