A partir de 5 de maio, a confirmação de consultas e exames no SUS de São Paulo será feita via WhatsApp, visando reduzir faltas e agilizar o atendimento. Pacientes devem salvar o número (11) 98889-0156.

A partir de 5 de maio, a confirmação de consultas e exames na rede pública municipal de São Paulo será realizada via WhatsApp. A mudança visa agilizar o atendimento e diminuir o número de faltas, que atualmente é elevado, com cerca de 50% dos pacientes não confirmando a presença e 25% não comparecendo às consultas. A Secretaria Municipal de Saúde acredita que essa nova abordagem facilitará a comunicação com os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).
Os pacientes receberão mensagens do número (11) 98889-0156, identificado como Chat SP156 - Confirmação de agenda SUS. As mensagens incluirão informações sobre a consulta ou exame, como data, hora, especialidade, procedimento, unidade e endereço. Os usuários poderão responder selecionando as opções "confirmar" ou "cancelar".
Para utilizar o novo serviço, os pacientes devem salvar o número mencionado em seus celulares e manter seus dados atualizados no aplicativo Agenda Fácil ou presencialmente em qualquer unidade de saúde da rede municipal. Aqueles que não têm acesso a telefone ou WhatsApp devem garantir que um número de contato esteja disponível para recados, seja na Unidade Básica de Saúde (UBS) ou através de um agente comunitário.
Além dessa iniciativa, o Governo de São Paulo também implementará uma nova ferramenta digital para avaliar o atendimento em hospitais da rede estadual. A partir de 28 de abril, pacientes poderão responder a uma pesquisa de satisfação, que incluirá perguntas sobre cobranças indevidas. O Hospital Guilherme Álvaro, em Santos, será o primeiro a adotar essa nova abordagem.
A Secretaria Municipal de Saúde espera que a confirmação via WhatsApp não apenas melhore a adesão dos pacientes às consultas, mas também otimize o uso dos recursos disponíveis na saúde pública. A redução de faltas pode liberar vagas para outros pacientes que necessitam de atendimento, contribuindo para um sistema mais eficiente.
Neste contexto, é fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que visem melhorar o acesso e a qualidade do atendimento à saúde. Projetos que promovam a inclusão digital e a educação em saúde podem fazer a diferença na vida de muitos cidadãos, garantindo que todos tenham acesso aos serviços de saúde de forma adequada.

A Prefeitura do Rio de Janeiro planeja revitalizar o Passeio Público, primeiro jardim público do Brasil, com eventos culturais para atrair visitantes e reocupar o espaço degradado. A iniciativa inclui uma roda de samba e a transferência de expositores da feira da Glória, buscando reverter o abandono histórico e promover a segurança no local.

Projeto de Lei Complementar 9/2025 ameaça a carreira de pesquisadores em São Paulo, propondo um modelo precarizado que compromete a estabilidade e a qualidade da pesquisa científica. A comunidade científica se mobiliza contra a proposta, que ignora o diálogo e desvaloriza décadas de avanços em saúde e meio ambiente.

A deputada Erika Hilton protocolou ofício ao Conselho Nacional de Educação para regulamentar cotas para pessoas trans e travestis, diante de ameaças judiciais a essas políticas. A proposta visa garantir segurança jurídica e a continuidade das cotas em universidades públicas.

Bianca Andrade, fundadora da Boca Rosa, destaca a autoestima e o empoderamento feminino em sua trajetória empreendedora, valorizando as mulheres periféricas e a transformação social. Ela acredita que a maquiagem vai além do produto, representando amor-próprio e força.

O Governo do Distrito Federal lançou um minicurso de Mecanização Agrícola para Mulheres, em parceria com a UnB, capacitando trinta participantes para atuar no setor agropecuário. A formação abrange operação de máquinas, segurança e inovações tecnológicas, promovendo a inclusão e a igualdade de oportunidades.

A Câmara dos Deputados deve discutir na quarta-feira o projeto que visa combater a "adultização" de crianças e adolescentes nas redes sociais, após a urgência aprovada no Senado. O texto, defendido pelo deputado federal Hugo Motta, estabelece regras para proteger menores e responsabiliza plataformas digitais.