O governo federal estabeleceu a reserva de 8% das vagas em contratações públicas para mulheres vítimas de violência, incluindo mulheres trans e travestis, priorizando as pretas e pardas. A medida visa fortalecer a proteção e inclusão dessas mulheres no mercado de trabalho.

O governo federal brasileiro anunciou a reserva de, no mínimo, 8% das vagas em contratações públicas para mulheres vítimas de violência doméstica. A medida, publicada no Diário Oficial da União, inclui também mulheres trans, travestis e outras identidades de gênero feminino que são amparadas pela Lei Maria da Penha. O novo decreto altera a regulamentação da Lei de Licitações e Contratos Administrativos, promovendo maior inclusão e proteção a essas mulheres.
A prioridade nas contratações será dada a mulheres pretas e pardas, respeitando a proporção da população em cada estado ou no Distrito Federal, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa ação visa não apenas garantir oportunidades de emprego, mas também promover a equidade racial e de gênero nas esferas públicas.
O decreto estabelece que os órgãos e empresas não poderão exigir documentos que comprovem a situação de violência enfrentada pelas candidatas. Assim, as vagas serão destinadas a mulheres indicadas por entidades que atuam na política de atendimento às vítimas. Essa mudança busca facilitar o acesso ao mercado de trabalho para aquelas que já enfrentam situações de vulnerabilidade.
Os Ministérios das Mulheres e da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI) serão responsáveis por firmar acordos de adesão com as instituições que executam políticas de apoio às mulheres em situação de violência. Essa colaboração é fundamental para garantir que as medidas sejam efetivas e que as mulheres realmente tenham acesso às oportunidades oferecidas.
Essa iniciativa do governo é um passo importante na luta contra a violência de gênero e na promoção da autonomia econômica das mulheres. Ao assegurar um percentual de vagas para esse grupo vulnerável, o governo busca não apenas oferecer suporte imediato, mas também contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
Em tempos de crise, é essencial que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que promovam a inclusão e a proteção de grupos vulneráveis. Projetos que visam ajudar mulheres em situação de violência podem fazer a diferença na vida dessas pessoas, proporcionando não apenas emprego, mas também dignidade e esperança para um futuro melhor.

Juliana Telles e Marcos, cofundadores do Impact Hub Manaus, celebram uma década de inovação social, expandindo suas iniciativas para fortalecer ecossistemas de impacto na Amazônia. O espaço se destaca como o maior da região, promovendo conexões e desenvolvimento de negócios sustentáveis.

Ministério Público questiona prefeito Ricardo Nunes sobre uso de força pela Guarda Civil Metropolitana contra artistas do Teatro de Contêiner Mungunzá em São Paulo. A operação resultou em agressões e uso de gás de pimenta.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, criticou Jair Bolsonaro por falta de obras em Pernambuco e anunciou a ampliação do bombeamento no eixo norte da transposição do rio São Francisco, beneficiando 237 municípios. A obra, com investimento de R$ 491,3 milhões, visa garantir que a água chegue às casas de 8,1 milhões de pessoas em quatro estados nordestinos.
Iniciou a terceira turma do curso da Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos, com 65 servidores da Secretaria de Saúde do DF, para capacitar na instalação de hortos em unidades de saúde. A formação, em parceria com a Fiocruz Brasília, visa promover saúde integral e expandir práticas integrativas.

Um relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) revela que 16% da população global se sente solitária, resultando em mais de 871 mil mortes anuais. O documento destaca a urgência de políticas públicas para fortalecer conexões sociais.

O Coral Jovem Heliópolis se apresentará na Fundação Casa Ouro Preto, em São Paulo, para 39 adolescentes em medida socioeducativa, destacando um jovem violinista. A ação, promovida pelo Instituto Baccarelli, visa a educação musical e inclui um repertório diversificado sob regência de Otávio Piola.