A ONG Sinergia Animal intensificou sua campanha em 2024 para que o Grupo Zaffari abandone o uso de gaiolas de gestação, prática criticada por seu impacto no bem-estar animal. Apesar da pressão, a rede ainda não se comprometeu.

A prática de confinamento contínuo em gaiolas de gestação para porcas é alvo de críticas por organizações de bem-estar animal, mas permanece legal no Brasil até 2045. A ONG Sinergia Animal intensificou sua campanha em 2024, pressionando o Grupo Zaffari a se comprometer a abolir essa prática, enquanto outras redes já se manifestaram a favor da causa.
As gaiolas de gestação são estruturas metálicas que limitam o movimento das porcas, que ficam em contato com suas fezes e urina. Essa situação gera sofrimento físico e emocional, com consequências como enfraquecimento ósseo e infecções. A ONG tem promovido protestos e campanhas online, mas o Grupo Zaffari ainda não se manifestou sobre o assunto, ignorando os apelos da sociedade.
Outras redes de supermercados, como GPA, Carrefour e Assaí, já se comprometeram a não trabalhar com fornecedores que utilizam gaiolas de gestação. O Grupo Zaffari, que opera em Porto Alegre e São Paulo, é um dos poucos que ainda não aderiu a essa mudança, o que levanta preocupações sobre sua posição em relação ao bem-estar animal.
A legislação brasileira, através da Instrução Normativa nº 113/2020, permite o uso de gaiolas de gestação até 2045, o que é considerado um retrocesso em comparação a outros países que já baniram essa prática. O Brasil, sendo o quarto maior produtor de carne suína do mundo, enfrenta pressão internacional para melhorar suas práticas de bem-estar animal, especialmente em um mercado cada vez mais exigente.
Estudos demonstram que os porcos são animais inteligentes e sensíveis, capazes de sofrer com as condições a que são submetidos. A falta de políticas firmes para proibir o confinamento em gaiolas de gestação não só compromete a ética, mas também a competitividade do Brasil no mercado global.
O apoio à causa pode ser manifestado através de ações de consumo consciente e assinatura de petições. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na luta pelo bem-estar animal, incentivando empresas a adotarem práticas mais humanitárias e responsáveis. Cada gesto conta na construção de um futuro mais ético para os animais.

O Governo do Distrito Federal inaugurou o primeiro hotel social permanente para a população em situação de rua, com 200 vagas e espaço para animais de estimação. A estrutura oferece acolhimento digno e serviços essenciais.

Alunos da rede municipal do Rio de Janeiro receberão óculos de grau gratuitos a partir de 9 de janeiro de 2025, com a meta de atender mais de 5 mil estudantes em 19 escolas. O projeto Visão Esperança, da ONG Parceiros da Educação Rio, já beneficiou 4 mil alunos em 2024. A iniciativa inclui triagem e exames oftalmológicos, visando corrigir problemas visuais que afetam o aprendizado. A entrega inicial ocorrerá na Escola Municipal Edmundo Bittencourt, em Benfica.

Danni Suzuki foi reconhecida como Apoiadora de Alto Perfil do ACNUR no Brasil, destacando seu trabalho em capacitação de refugiados e sua abordagem humanitária em contextos de crise. A data do Dia Mundial do Refugiado, em 20 de junho, é um chamado à reflexão e ação solidária, especialmente em um cenário de desumanização das políticas migratórias.

Na 10ª edição do curso "Nasce uma Estrela", mil mulheres receberam orientações sobre cuidados com bebês e saúde emocional, além de kits enxoval, promovendo apoio essencial a famílias em vulnerabilidade social. A iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania do DF reforça o compromisso com políticas públicas que acolhem e cuidam das mães durante a maternidade.

A Fundación Mujeres de Mar foi criada para apoiar mulheres na pesca artesanal no Chile, promovendo a conservação da biodiversidade e a equidade de gênero. A organização busca valorizar o trabalho dessas mulheres em um setor historicamente dominado por homens.

Nesta quarta-feira (20/8), a Defensoria Pública do Distrito Federal realiza a 11ª edição do mutirão Quarta do Cidadão, oferecendo serviços gratuitos como exames de DNA, vacinação e orientação trabalhista. A ação, que ocorre em frente à Biblioteca Nacional, visa atender a população em situação de vulnerabilidade, incluindo serviços específicos para a população de rua.