O projeto Salva Latas, fundado em 2019, atua no resgate de animais abandonados e no apoio a protetoras independentes, promovendo a conscientização sobre a posse responsável. Com milhões de animais em situação de vulnerabilidade no Brasil, sua missão é crucial para garantir um futuro digno a esses seres. Sua contribuição pode transformar vidas e ajudar a combater o abandono.

A crise de abandono animal no Brasil é alarmante. Estima-se que trinta milhões de animais estejam vivendo nas ruas, muitos deles doentes e sem condições de sobrevivência. No Rio Grande do Sul, mais de sete mil animais aguardam por um lar em abrigos superlotados. O abandono é um problema crescente, com um aumento de quarenta por cento a cada verão, e oito em cada dez animais nas ruas já tiveram um lar.
O projeto Salva Latas, fundado em dois mil e dezenove por Priscila Kisiolar e Julia Gemignani, surge como uma resposta a essa emergência. O projeto não apenas resgata e acolhe animais, mas também apoia protetoras independentes que dedicam suas vidas a essa causa. Essas mulheres enfrentam desafios significativos para fornecer alimento e cuidados a centenas de animais, e a ajuda do Salva Latas é crucial para que possam continuar seu trabalho.
O Salva Latas vai além do resgate. Ele oferece apoio com ração, tratamentos veterinários e reabilitação de casos graves. O projeto também atua em situações de maus-tratos, onde animais, mesmo com tutores, sofrem abusos e negligência. A missão do Salva Latas é garantir que esses animais tenham a oportunidade de um recomeço digno.
A conscientização é uma parte fundamental do trabalho do Salva Latas. O projeto promove informações sobre a posse responsável, a importância da castração e os impactos do abandono. Acredita-se que quanto mais pessoas estiverem informadas, menos animais sofrerão no futuro. O respeito aos animais é essencial para a construção de uma sociedade mais justa.
No abrigo do Salva Latas, os animais resgatados recebem alimentação de qualidade, tratamentos médicos e passeios regulares. Isso garante não apenas a sobrevivência, mas também o bem-estar dos animais. O apoio da comunidade é vital para que essas ações continuem a acontecer e mais vidas possam ser transformadas.
Com sua contribuição, é possível garantir que mais animais encontrem amor e segurança. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na vida desses seres que tanto precisam de ajuda. Projetos como o Salva Latas devem ser estimulados, pois juntos podemos oferecer um futuro melhor para os animais abandonados.

A AACD, ao completar 75 anos, visa atender 1 milhão de pacientes, enfrentando desafios financeiros e investindo em tecnologias inovadoras para reabilitação. A meta é garantir dignidade e mobilidade a todos.

A partir de 21 de julho, um leilão beneficente com itens pessoais de Paulo Gustavo será realizado pela Gringa, com lucros destinados às Obras Sociais Irmã Dulce. O evento, que vai até 28 de julho, é uma homenagem à generosidade do humorista.

O Governo do Distrito Federal entregou 30 escrituras a igrejas e entidades sociais, totalizando 500 regularizações desde 2019, beneficiando mais de 40 mil cidadãos. A governadora em exercício, Celina Leão, destacou a importância da segurança jurídica para a atuação dessas instituições.

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) do Distrito Federal lança campanha de doação de livros para enriquecer bibliotecas prisionais e promover remição de pena por leitura em 2026. A ação, parte da iniciativa Ler Liberta, visa a educação e ressocialização dos detentos. As doações podem ser feitas durante visitas às unidades prisionais ou em postos do Na Hora. Os livros devem estar em bom estado e passarão por triagem. Cada obra lida pode garantir até quatro dias de remição, conforme lista oficial da Seape.

O Centro Espírita Assistencial Nossa Senhora da Glória (Ceansg) celebrou 60 anos de atividades, destacando sua resiliência e planos de expansão social, como a criação de uma creche. A instituição, reconhecida pelo Iphan-DF, promove caridade e combate à intolerância religiosa.

O Projeto de Lei 2691/2021, que propõe aposentadoria por idade às mulheres com filhos, permanece estagnado no Congresso, evidenciando a resistência a avanços nos direitos femininos. A ONG Elas no Poder destaca a sobrecarga do trabalho reprodutivo, que impacta a saúde mental e a representatividade feminina na política.