A ONG Cidade Sem Fome, liderada por Hans Dieter Temp, enfrenta dificuldades financeiras para expandir suas hortas em escolas de São Paulo, com 32 unidades na fila de espera. A falta de apoio governamental limita o projeto.

Toda escola deveria ter uma horta. Essa afirmação reflete a visão de Hans Dieter Temp, fundador da ONG Cidade Sem Fome, que já implementou hortas em cinquenta escolas públicas na zona leste de São Paulo. O projeto, iniciado em 2012, busca combater o desemprego, a insegurança alimentar e os efeitos das mudanças climáticas. A ONG trabalha em parceria com instituições de ensino, criando canteiros para o cultivo de verduras e legumes em áreas ociosas, promovendo a educação integral e melhorando a alimentação dos alunos.
Atualmente, a Cidade Sem Fome mantém hortas em cinquenta e sete escolas, com um custo médio anual de R$ 50 mil por unidade. Entretanto, a ONG enfrenta dificuldades financeiras para expandir suas atividades, com trinta e duas escolas na lista de espera. A falta de apoio da prefeitura e do governo estadual agrava a situação, já que a organização depende de financiamento privado para suas operações.
Hans destaca que a horta escolar não apenas beneficia os alunos, mas também envolve as famílias. Quando os pais visitam a escola e conhecem o projeto, muitos se interessam, e o excedente das colheitas é enviado para as famílias, incentivando o cultivo em casa. Beatriz de Lima Medici, nutricionista que atua na Escola Estadual Professora Maria de Lourdes do Rosário Negreiros, observa que os alunos desenvolvem um vínculo com a terra, participando ativamente do processo de plantio.
A educação integral, que articula saberes acadêmicos, sociais e culturais, é uma abordagem valorizada por especialistas. Helena Singer, da organização internacional Ashoka, afirma que iniciativas como as hortas escolares deveriam ser parte da rotina educacional. No entanto, a rede pública de ensino no Brasil ainda prioriza uma educação conteudista, em contraste com países que se destacam em avaliações internacionais.
A diretora da Escola Estadual Professora Maria de Lourdes do Rosário Negreiros, Lucimar Farias Santos, ressalta que os alimentos cultivados na escola são servidos aos alunos pelo menos duas vezes por semana. Apesar do reconhecimento do trabalho da ONG, Hans lamenta a falta de investimento público, afirmando que a justificativa para a ausência de apoio é sempre a mesma: a falta de orçamento.
A Secretaria Municipal de Educação reconheceu a importância das iniciativas da sociedade civil, mas a destinação de recursos públicos depende de critérios legais. A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo informou que mantém um projeto similar, mas a necessidade de apoio financeiro para expandir projetos como o da Cidade Sem Fome é evidente. Nessa situação, a união da sociedade pode ser fundamental para garantir que mais escolas tenham acesso a hortas, promovendo a educação e a alimentação saudável.

Wanessa Camargo celebra 25 anos de carreira com um projeto que revisita seus sucessos em novas versões, influenciada por seus filhos e novas estéticas musicais. A cantora reflete sobre sua evolução pessoal e artística, destacando a importância da família e de projetos sociais, como "Elas Movem", que apoia a autonomia de mulheres.

O Retiro dos Artistas, em Jacarepaguá, receberá um sistema de energia solar que pode reduzir em até 80% sua conta de luz, atualmente em R$ 42 mil no verão, graças a doações. A instituição apoia artistas e enfrenta altos custos operacionais.

Marcos Oliveira, ex-integrante de "A Grande Família", agradece a Tatá Werneck por doação de cestas básicas ao Retiro dos Artistas, onde reside. A atriz também pagava seu plano de saúde anteriormente.

A Justiça de São Paulo autorizou a quebra de sigilo de 233 perfis que acusaram o youtuber Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, de pedofilia, considerando-o vítima de injúria. Ele processou os usuários e propôs um acordo para doações a instituições de proteção infantil.

O Inteli, fundado em 2019, busca se tornar uma referência em educação tecnológica no Brasil, com 620 alunos e apoio de doadores como Gerdau e Fundação Behring. A meta é alcançar equilíbrio financeiro em 2024.

O Governo Federal firmará um convênio de R$ 1,4 milhão com a Casa Hope após a suspensão do apoio estadual. Ministros buscam reverter a decisão do governo de São Paulo para garantir mais recursos à instituição.