Hospital Moinhos de Vento inaugura ambulatório de Medicina de Estilo de Vida e Longevidade Saudável, promovendo saúde integral com equipe multidisciplinar e abordagem personalizada.

O Hospital Moinhos de Vento inaugurou um ambulatório de Medicina de Estilo de Vida e Longevidade Saudável, com foco na promoção da saúde e na melhoria da qualidade de vida. Este novo espaço visa integrar assistência, ensino e pesquisa, oferecendo uma abordagem centrada na saúde integral dos pacientes. A equipe multidisciplinar é composta por profissionais de Nutrição, Radiologia, Nefrologia, Clínica Médica, Psicologia e Psiquiatria.
A Medicina de Estilo de Vida é uma especialidade médica reconhecida internacionalmente, que surgiu como resposta à epidemia de doenças crônicas, responsáveis por cerca de setenta por cento das mortes no mundo. Estudos indicam que até noventa por cento dos casos de diabetes tipo 2 e oitenta por cento dos infartos poderiam ser evitados com mudanças no estilo de vida.
Alexander Daudt, coordenador do novo serviço, destaca que o diferencial da Medicina de Estilo de Vida é tratar as causas das doenças relacionadas ao estilo de vida, em vez de apenas os sintomas. Ele enfatiza que muitas condições crônicas estão ligadas a fatores como sedentarismo, má alimentação e estresse crônico. O atendimento é estruturado, com metas realistas e apoio interdisciplinar.
O ambulatório oferece avaliações com médicos clínicos, nutricionistas, psicólogos, psiquiatras e educadores físicos. O plano de cuidado é desenvolvido de forma personalizada, considerando o perfil clínico e emocional de cada paciente. A jornada inclui consultas individuais, palestras e um plano de seguimento continuado, adaptado às necessidades de cada pessoa.
Os pilares da Medicina de Estilo de Vida incluem dieta saudável, atividade física, sono restaurador, gerenciamento do estresse, abstinência de substâncias de risco e manutenção de conexões sociais. Mohamed Parrini, CEO do Hospital Moinhos de Vento, afirma que o ambulatório reafirma o compromisso da instituição com um modelo de cuidado mais humanizado e preventivo.
O serviço é indicado tanto para pessoas em tratamento de doenças crônicas quanto para aquelas que desejam prevenir essas condições. Além do atendimento clínico, o ambulatório promoverá atividades como oficinas práticas e cursos abertos ao público. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois podem impactar positivamente a saúde e o bem-estar da comunidade.

A Anvisa autorizou a primeira vacina contra chikungunya, desenvolvida pelo Instituto Butantan e Valneva, para adultos acima de dezoito anos. O imunizante, já aprovado nos EUA e na União Europeia, demonstrou alta eficácia em estudos clínicos, com 98,9% de produção de anticorpos. A vacina, que utiliza vírus vivo atenuado, será fabricada na Alemanha, com planos de produção no Brasil. A disponibilização ao público ainda não tem data definida, mas o Butantan planeja vacinar prioritariamente residentes de áreas endêmicas.

O Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) participou da abertura do 29º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes, abordando o aumento alarmante de casos da doença e a necessidade de ações efetivas. O evento, que contou com a presença de mais de 40 instituições de saúde, destacou a urgência em combater a obesidade e melhorar o acesso ao diagnóstico e tratamento, com projeções que indicam que o número de brasileiros com diabetes tipo 2 pode saltar de 16 milhões para 24 milhões até 2050.

A Fiocruz e o Hospital Universitário Professor Edgard Santos (Hupes) lançam o Programa de Treinamento em Autópsias Minimamente Invasivas Guiadas por Ultrassonografia (Amigus), modernizando investigações post mortem. A primeira autópsia foi realizada em junho, promovendo capacitação e avanços na formação médica.

Estudo revela que maus-tratos na infância reduzem o volume do hipocampo direito, impactando memória e regulação emocional. Pesquisadores do CISM destacam a urgência de intervenções precoces para mitigar esses efeitos.

Fernanda Keulla, ex-BBB e apresentadora, revelou ter sido diagnosticada com a doença de Sjögren, uma condição autoimune que causa boca e olhos secos, exigindo controle constante. A doença é mais comum em mulheres e pode levar a complicações graves.

O Brasil voltou a ser um dos 20 países com mais crianças não vacinadas, com um aumento de 100% em relação a 2023, totalizando 229 mil. O CFM pediu ações urgentes ao Ministério da Saúde.