O Hot Park Costa do Sauípe, com abertura prevista para 2027, terá mais de 20 atrações temáticas e gerará 3.500 empregos, com investimento de R$ 420 milhões. O parque prioriza a educação ambiental e a cultura local.

A Bahia se prepara para receber o Hot Park Costa do Sauípe, o primeiro parque aquático de grande porte do estado, com abertura prevista para 2027. O parque, que terá mais de 20 atrações temáticas ligadas à cultura local e à conservação ambiental, contará com um investimento de R$ 420 milhões e deverá gerar cerca de 3.500 empregos diretos e indiretos. A estrutura do parque será semelhante à do complexo de Rio Quente, em Goiás, mas com novidades que prometem atrair visitantes de todas as idades.
O conceito do parque gira em torno da jornada da tartaruga Marina, uma das personagens da fauna brasileira que faz parte da Turminha da Zooeira, promovendo a educação ambiental de forma lúdica. Os visitantes poderão acompanhar a trajetória de Marina e sua amiga, a baleia Leia, em um passeio que culmina em uma praia artificial, a Praia da Baía das Tartarugas. A proposta é que a experiência no parque seja uma imersão na natureza, com foco na conscientização sobre a conservação das espécies marinhas.
A Aviva, responsável pelo projeto, destaca que o Hot Park será um espaço de diversão e aprendizado, onde as crianças poderão aprender sobre a vida marinha sem perceber que estão absorvendo conhecimento. A gerente de Marcas e Comunicação da Aviva, Larissa Vasconcelos, enfatiza a importância da tartaruga Marina na narrativa do parque, que busca conectar os visitantes à história da fauna local e à necessidade de preservação ambiental.
Além das atrações aquáticas, o parque contará com um paisagismo que prioriza espécies nativas da região, evitando a inserção de plantas exóticas que possam prejudicar o ecossistema local. A construção do Hot Park segue práticas sustentáveis, com apenas 17% da área licenciada desmatada para os novos investimentos. A coordenadora de Sustentabilidade da Aviva, Ana Araújo, ressalta que o projeto inclui um compromisso com a legislação ambiental e a comunicação com a comunidade local.
Os hóspedes do complexo Costa do Sauípe terão acesso exclusivo ao Hot Park, mas o espaço também estará disponível para visitantes que optarem pelo day use. Desde o início do ano, está disponível um passe especial que garante acesso ilimitado ao parque por 15 anos, além de benefícios como eventos exclusivos e acesso ao clube social Laguna Sauípe. A ideia é fortalecer a marca Hot Park, que já é reconhecida na região Centro-Oeste do Brasil.
Com a construção do Hot Park, a Bahia se insere em uma nova fase de desenvolvimento do turismo no litoral norte, que já conta com o complexo de resorts Costa do Sauípe e investimentos em Praia do Forte. Projetos que promovem a educação ambiental e a conservação da fauna local merecem o apoio da sociedade civil, pois podem impactar positivamente a preservação do meio ambiente e a conscientização das futuras gerações.

Os preços de hospedagem em Belém aumentaram de 10 a 15 vezes, gerando preocupações sobre a participação de países na COP 30. André Corrêa do Lago, presidente do evento, busca soluções financeiras para o financiamento climático global.

Belém se prepara para a COP30 com R$ 5 bilhões em obras de infraestrutura, mas enfrenta críticas pela construção da Avenida Liberdade em área ambientalmente sensível.

Estudo revela que a interrupção do pastejo na Caatinga não recupera a saúde do solo. Pesquisadores sugerem adubação verde e plantio de árvores para restaurar ecossistemas degradados em Pernambuco.

O PL 2.159, aprovado no Senado, facilita o licenciamento ambiental por autodeclaração, levantando preocupações sobre dados imprecisos e riscos ambientais, segundo especialistas. A falta de governança e fiscalização pode impactar negativamente as exportações brasileiras.

Estudo revela que macacos-pregos no Parque Estadual de Águas da Prata dependem da alimentação humana, com riscos de doenças e dependência alimentar. A pesquisa, liderada pela bióloga Natascha Kelly Alves Scarabelo, observou 26 indivíduos.

Em 2024, o desmatamento em Terras Indígenas com povos isolados no Brasil ainda é alarmante, com mais de 2 mil hectares destruídos, apesar da queda geral de 18,2%. A TI Kayapó teve um aumento de 2.000% em queimadas.