A Sotreq e a CBO lançam um projeto pioneiro para converter motores marítimos em um sistema dual-fuel com etanol e diesel, visando reduzir emissões de Gases de Efeito Estufa. Essa inovação pode posicionar o Brasil na liderança da descarbonização do setor marítimo, aproveitando o etanol da cana-de-açúcar, reconhecido por seu baixo impacto ambiental e viabilidade logística.

O projeto piloto da Sotreq, distribuidora da Caterpillar no Brasil, em parceria com a empresa de apoio marítimo CBO, é o primeiro do mundo a converter motores marítimos para um sistema dual-fuel, utilizando uma mistura de etanol e diesel. Se o projeto for bem-sucedido, poderá resultar em uma significativa redução das emissões de Gases de Efeito Estufa nas embarcações adaptadas.
Rodrigo Feria, gerente de motores e desenvolvimento de mercado da Sotreq, afirma que “o etanol se apresenta como uma alternativa viável, limpa e economicamente acessível para o país, com o mesmo potencial e eficiência de um modelo a combustão”. O objetivo é liderar a transformação e acelerar a transição energética em setores de alta demanda, como o marítimo.
O etanol brasileiro, produzido a partir da cana-de-açúcar, é reconhecido internacionalmente por seu baixo impacto ambiental. A adoção desse combustível no setor marítimo pode posicionar o Brasil na vanguarda do movimento de descarbonização, que já considera alternativas como barcos a vela.
Além dos benefícios ambientais, o Brasil possui uma infraestrutura consolidada para a distribuição de etanol, o que torna sua utilização logisticamente viável e economicamente competitiva em comparação a alternativas como hidrogênio verde ou metanol verde.
O projeto da Sotreq e da CBO representa uma inovação significativa no setor, com potencial para transformar a forma como as embarcações operam e contribuir para a redução das emissões de poluentes. A iniciativa pode inspirar outras empresas a adotarem práticas sustentáveis e a buscarem soluções inovadoras para os desafios ambientais.
Nossa união pode ser fundamental para estimular projetos que promovam a sustentabilidade e a inovação no setor marítimo. A mobilização da sociedade civil é essencial para apoiar iniciativas que visem a descarbonização e a proteção do meio ambiente, garantindo um futuro mais sustentável para todos.

Após as tragédias de Brumadinho e Mariana, mineradoras adotam pilhas de rejeito, armazenando 70% dos resíduos da Vale dessa forma. Contudo, falta regulamentação e fiscalização para garantir segurança.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) promoveu um seminário em Porto Alegre para discutir a Agenda Referencial para o Ordenamento Territorial do Rio Grande do Sul, abordando desafios climáticos e desigualdades sociais. O evento, que contou com a participação de diversos setores, é o primeiro de três encontros programados, visando construir uma política pública que promova ações sustentáveis e integradas no estado.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, vetou 63 trechos de um projeto de lei que flexibilizava o licenciamento ambiental, mantendo rigor nas regras e editando uma medida provisória para acelerar licenças de obras estratégicas.

Cientistas alertam que a população de vaga-lumes no Brasil pode diminuir pela metade em 30 anos devido ao aquecimento global e poluição luminosa. Santuários para proteção ainda não existem no país.

Imagens recentes do Ibama revelam a devastação causada pela mineração ilegal na Terra Indígena Kayapó, no Pará, com impactos ambientais e sociais alarmantes. A atividade garimpeira, que já ocupava 16,1 mil hectares, afeta a fauna e flora locais, além de ameaçar a saúde das comunidades indígenas.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) promoveu uma atividade de Educação Ambiental na Escola Municipal Dr. Ely Combat, em Duque de Caxias. Alunos do 8º ano discutiram problemas ambientais e expressaram interesse em visitar a sede do Ibama.