O Hospital Regional da Asa Norte (Hran) inaugurou uma nova Unidade Especializada em Cirurgia Bariátrica, com investimento de R$ 200 mil, visando oferecer suporte integral a pacientes com obesidade. A estrutura moderna inclui consultórios e salas para atendimento multidisciplinar, reforçando o papel do Hran como referência no tratamento bariátrico no Distrito Federal.

O Hospital Regional da Asa Norte (Hran) inaugurou, no dia 21 de maio, uma nova Unidade Especializada em Cirurgia Bariátrica. A nova estrutura, que passou por uma reforma de R$ 200 mil, oferece um ambiente moderno e acolhedor para pacientes com obesidade. Com 90 metros quadrados, o espaço inclui mobiliário adaptado, quatro consultórios médicos e duas salas para atendimento de psicólogos, nutricionistas e assistentes sociais.
O Hran é o único hospital da rede pública do Distrito Federal habilitado pela Secretaria de Saúde para realizar cirurgias bariátricas. Desde o início do serviço, há 16 anos, mais de mil intervenções foram realizadas, conforme dados da Secretaria de Saúde. A nova unidade visa não apenas a realização de cirurgias, mas também o suporte necessário antes e depois dos procedimentos.
Durante a cerimônia de inauguração, Paula Belmonte destacou a importância do acolhimento pré e pós-cirúrgico, afirmando que "é essencial garantir o sucesso de um procedimento tão delicado". O evento contou com a presença do secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda, e do deputado distrital Jorge Vianna, que também ressaltaram a relevância do novo espaço.
A médica Ana Carolina Fernandes, responsável técnica pelo serviço, expressou sua emoção ao comentar sobre a nova estrutura. "Aqui, o paciente será atendido, acolhido e acompanhado por diversos profissionais, sem precisar se deslocar. Tudo acontece no mesmo local", afirmou. Essa integração é fundamental para o cuidado integral dos pacientes com obesidade.
Com a ampliação do espaço e a criação de um atendimento multidisciplinar, a nova unidade reforça o papel do Hran como referência no tratamento da obesidade no Distrito Federal. A estrutura moderna e acolhedora é um passo importante para melhorar a qualidade do atendimento e a experiência dos pacientes.
Iniciativas como essa devem ser apoiadas pela sociedade civil, pois podem impactar positivamente a vida de muitos que enfrentam a obesidade. A união em torno de projetos que visem a melhoria do atendimento em saúde é fundamental para garantir que todos tenham acesso a cuidados dignos e eficazes.

Ator Alan Rocha denuncia agressão racista contra seu filho com deficiência em colégio no Rio de Janeiro. A escola suspendeu o agressor, mas o caso continua em discussão.

Caminhar mais de 7 mil passos diários reduz o risco de depressão em 31%, segundo estudo publicado no periódico Jama. Pesquisadores destacam a quantidade de passos como fator crucial para a saúde mental.

O Grupo Heineken lançou um Programa de Estágio remoto, exclusivo para universitários pretos e pardos, com bolsa de até R$ 1.850. As inscrições vão até 15 de julho e visam promover diversidade e inclusão.

Vereadores em várias capitais brasileiras têm aprovado leis que restringem o acesso ao aborto legal, refletindo um movimento conservador. Em João Pessoa, uma nova lei obriga mulheres a ouvir batimentos cardíacos do feto e fornece informações enganosas sobre o aborto. O Instituto AzMina revelou que a maioria dos projetos apresentados visa dificultar o acesso ao procedimento, aumentando o risco para mulheres e meninas, especialmente em casos de violência sexual. A socióloga Clara Wardi alerta que essas iniciativas podem institucionalizar práticas que violam direitos reprodutivos, contribuindo para um aumento de gestações indesejadas entre meninas.

O Programa Água Doce, do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, utiliza tecnologias de dessalinização para garantir água potável no semiárido brasileiro, transformando vidas e promovendo cidadania. A iniciativa visa resolver o problema do acesso à água de qualidade, como relatado por um gestor no Ceará, que agora ajuda sua comunidade a ter água. O podcast “Desenvolve Aí” traz mais detalhes sobre essa política pública.

A 22ª Bienal do Livro do Rio de Janeiro, realizada de 13 a 22 de junho, destacou a representatividade na literatura e atraiu um público recorde, apesar da queda no número de leitores no Brasil. O evento promoveu discussões sobre inclusão e contou com a presença de autores independentes, influenciadores e atividades interativas, refletindo a importância da literatura como ferramenta de transformação social.